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domingo, 1 de agosto de 2010

Gabeira trai Marina e faz campanha de Serra no Rio

Hoje, Fernando Gabeira (PV/RJ) fez campanha de braços dados com José Serra (PSDB/SP) no Rio de Janeiro, traindo a candidata de seu partido, Marina Silva (PV).

Do evento participou também César Maia (DEMos), que deu uma declaração dizendo, com todas as letras, que Marina é apenas linha auxiliar:

- No início tínhamos uma expectativa, que não é mais viável, de vitória do Serra no primeiro turno (...). Agora um voto na Marina no primeiro turno é um voto no Serra no segundo - descartando qualquer possibilidade de Marina ser candidata para valer, a ponto de chegar o segundo turno.

Com a declaração, sutilmente César Maia segue sua estratégia de aparecer nos jornais com sua imagem associada também à candidata do PV, tentando desvencilhar-se de carregar apenas a candidatura de Serra, pesada demais no Rio de Janeiro.

Em Minas Gerais, o assédio de José Serra (PSDB/SP) à Aécio Neves, fez a candidatura demo-tucana a governador empacar.

Em Pernambuco, depois de Serra fazer campanha por lá, Jarbas Vasconcelos (PMDB) caiu cerca de 6 pontos nas pesquisas.

César "Vaia"

Maia é candidato ao Senado, e quem gosta de Lula não pode votar jamais em César "Vaia".

Além de péssimo prefeito na última gestão, além de ser da pior oposição do DEMos, foi ele quem articulou e até ensaiou aquela molecagem das vaias ao presidente Lula no PAN-2007, distribuindo ingressos (controlados pela prefeitura) aos cabos eleitorais do DEMos.

Fonte: Amigos do Presidente Lula

Bomba, bomba ! Brizola apoia Serra !

Alô, alô, dra. Cureau


Guinada dramática na campanha presidencial.

Serra recebe apoio que pode ser decisivo.

Extraído do Tijolaço:

Para ninguém dizer que eu não ajudo o Serra

A campanha de Serra na internet lançou a versão on-line dos “esquadrões serristas” que estão percorrendo o país em busca de “boatos” sobre o que ele considera mentiras a seu respeito.

Para não dizerem que eu só falo mal do “coiso”, já ofereço logo a minha contribuição sobre notícias falsas que se andam espalhando sobre o candidato tucano.

1- Serra está nas frentes das pesquisas: Boato difundido por um certo instituto Datafolha, com sede na Av. Barão de Limeira, em São Paulo;

2- Serra é o pai dos genéricos: Notícia evidentemente falsa, uma vez que o próprio Serra acabou dizendo que “nem sabia que existia genérico” quando entrou no Ministério da Saúde. A fonte do boato é o programa de propaganda eleitoral do PSDB, como pode ser visto aqui ;

3- Serra defende a privatização: Boato espalhado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em entrevista ao site da revista Veja.;

4- Aécio Neves está fazendo corpo mole na campanha de Serra e se vingando da rasteira que tomou quando o ex-governador paulista vetou a realização de prévias no PSDB: A fonte desta matéria notóriamente inverídica é o jornal “A Folha de São  Paulo”, na sua edição de ontem;

5- O vice I. da Costa foi enfiado goela abaixo de José Serra:
Mentira: Como o próprio Serra disse, da Costa é “um rapaz de quem eu gostava especialmente”, embora só o tenha encontrado uma vez antes da designação, assim mesmo numa mesa de churrascaria durante o jogo do Brasil com a Coréia do Norte. Todos sabem que a grita do DEM, as reuniões que vararam madrugadas, e o anúncio público de que o vice seria Álvaro Dias foram só brincadeirinha;

6- Os pedágios paulistas são caríssimos: Todos sabem que isso não passa de “trololó” dos petistas e do jornalista Heródoto Barbeiro, que perdeu seu emprego na TV cultura por espalhar a informação inverídica. O governador Geraldo Alckmin também é um dos boateiros, pois admitiu que é preciso rever o valor dos pedágios estaduais;

7- A cratera do metrô não foi resultado de obras mal executadas durante a gestão tucana: Qualquer criança sabe que ela foi destruída por um disparo de raio laser vindo de uma galáxia distante;

8- O Jardim Romano não passou quase dois meses debaixo de água: O alagamento das ruas na verdade foi uma obra performática para que os pobres pudessem ver o reflexo de sua própria situação.

9- Serra não é de esquerda: Calúnia. É uma afirmação que se desmonta com a simples constatação de que seus aliados são Paulo Maluf, Orestes Quércia, Kátia Abreu, os Bornhausen, Jair Bolsonaro, a Globo e a Folha.

10- José Serra têm chances de ganhar a eleição: Boato que qualquer Brasileiro sabe, não tem a menor possibilidade de ser verdade.



Fonte: Conversa Afiada

Mídia golpista trama estratégia para beneficiar Serra


Os institutos de pesquisas apontam o crescimento de Dilma, que aparece a frente de Serra cinco pontos no Ibope, proporcional ao número de eleitores a sete milhões de votos, e oito no Vox Populi equivalente a 11 milhões de votos, e para tentar impedir que Dilma suba mais ainda e aumente a diferença a mídia golpista já está em campo.


As matérias e fotos de destaque sobre as coberturas da campanha eleitoral traz Serra e Marina em contato com a população, mesmo sendo uma imagem fechada para esconder a pouca presença de pessoas nos comícios e caminhadas pelas ruas que é uma caracteristica dos movimentos em locais públicos de Serra.

Nesses 25 dias de campanha as fotos da aparições públicas da candidato tucano não passam de 500 pessoas, como foi em Curitiba na Boca Maldita, enquanto Dilma levou no último fim de semana mais de 12 mil pessoas  na tradicional praça do centro da capital paranaense.

Nas fotos podemos comparar o número do público presente na mesma praça em Curitiba, cerca de 500 no comício de Serra e mais de 12 mil pessoas presentes com Dilma.

Nenhum dos jornais da mídia golpista mostra as fotos da multidão que tem comparecido  nos comícios de Dilma, o de abertura em Porto Alegre com 5 mil pessoas, nem as fotos da praça da Sé, com mais de 15 mil pessoas, da Candelária no Rio de Janeiro com 20 mil, do Gigantinho em Porto Alegre com 10 mil. Veja aqui as fotos que a mídia golpista não mostra.

As fotos que o PIG traz de Dilma são apenas com foco fechado no palanque ao lado dos candidatos, ao contrário de Serra que sempre aparece com foco fechado  dos 50 ou 100 militantes contratados e assim aconteceu no Paraná, quando a própria imprensa disse que o comício estava desorganizado e não tinham 500 pessoas.

Na Bahia foi preciso suspender o comício em Itabuna porque não tinha público, e as fotos foram tiradas dentro de um ponto comercial no centro onde tinha gente, ao contrário dos comícios de Dilma quando a população vai a praça, Serra é que vai atrás dos locais com concentração de pessoas.

Outro fato lamentável desta campanha é que a candidata Marina Silva com uma bela história de vida está sendo usada para evitar o risco que corre a candidatura Serra, como apontam as pesquisas, de ver a eleição decidida no 1º turno.

Seria uma mancha em seu histórico de vida pública a imagem de Marina ser usada como linha auxiliar dos demotucanos, os quais sempre combateu a vida inteira, e pior ainda a estratégia é alimentada por quem representa o atraso e o ranço da direita retrograda, César Maia (DEM) ex-prefeito do Rio de Janeiro.

Além da traição de seu companheiro de partido Fernando Gabeira (PV/RJ) que faz campanha de braços dados com José Serra (PSDB/SP) no Rio de Janeiro, e ao lado de César Maia (DEM), que deu uma declaração dizendo, com todas as letras, que Marina é apenas linha auxiliar: "Agora um voto na Marina no primeiro turno é um voto no Serra no segundo - descartando qualquer possibilidade de Marina ser candidata para valer, a ponto de chegar o segundo turno".

Independente do resultado desta eleição essas páginas escritas por mãos sujas na campanha de Marina Silva, vão manchar o livro de sua história de vida e sua participação na vida pública do país.

Professores da UFRJ desmentem matéria do Globo

O post que fiz mais cedo com o compromisso da Dilma com a educação – inclusive com a universidade pública, me fez lembrar que recebi por e-mail carta da professora doutora da Coordenação de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Leda Castilho, enviada – e naturalmente não publicada – a O Globo em resposta à matéria do dia 11 de julho  intitulada “Ensino superior, mas nem tanto”, na qual o jornal destacava aspectos negativos da instituição e omitia os novos investimentos feitos pelo governo Lula.

Além da matéria tendenciosa, que se valeu de exemplos isolados para tentar desvalorizar a instituição federal, a professora da Coppe questionou a repetição desse tipo de reportagem negativa sempre às vésperas das inscrições no vestibular e por que O Globo não relata a preferência do mercado de trabalho por profissionais da UFRJ, mesmo com as precarieades que o jornal aponta.

Leda Castilho desafiou O Globo a escrever sobre as obras em andamento na UFRJ, e tocou na ferida que não interessa ao jornal carioca, principalmente nessa época de eleição presidencial, de comparar os investimentos nas universidades federais durante os anos de governo tucano e no período de Lula.

Com elegância, mas indo no ponto, a acadêmica afirmou que “se a UFRJ, na década de 1990, soube manter a excelência de seu ensino mesmo frente ao descaso e ao abandono de então, por parte do governo federal, certamente não será nesta década, marcada por muitos novos investimentos, mais verbas e novos docentes, que deixaremos de oferecer um ensino superior do mais alto padrão.”

O Globo teve que engolir essa ao achar que faria uma matéria tendenciosa sem a reação de um público qualificado como o dos profesores universitários. Com a matéria desonesta revelou o tipo de jornalismo que pratica e por que teme tanto e boicota a existência de um debate mais amplo sobre os meios de comunicação. O Globo quer continuar a fazer seu mau jornalismo impunemente. O direito de resposta que oferece é a seção de carta dos leitores, mas desde que não sejam muito incômodas como a dos professores da UFRJ. É incrível como O Globo se parece com Serra, que também evitou enfrentar a reunião da SBPC, como comentei mais cedo aqui, para não ser questionado sobre a terrível política tucana para a educ ação superior nos oito anos de governo de Fernando Henrique Cardoso.

A carta da profesora Leda Castilho mereceu a solidariedade da comunidade acadêmica da UFRJ, que ficou profundamente ofendida com a matéria. Os professores da mais tradicional universidade pública do país acusaram o jornal de não estar aberto à pluralidade de pontos de vista que caracteriza um jornalismo sério e de qualidade. Ivana Bentes, professora e diretora da Escola de Comunicação, responsável pela formação de futuros jornalistas, externou em carta aberta ao jornal que “uma matéria como essa fere o que entendemos como Jornalismo crítico, não editorializado, com fontes  diversas, que mostra os ’dois’ lados (e os diferentes lados) da questão”. E Ricardo Medronho, professor da Escola de Química, afirmou que a matéria “representa tudo o que não se espera encontrar em um jornal da qualidade de O Globo.”

Com todo o respeito aos professores, O Globo já abandonou compromisso com o bom jornalismo, respeito à ética e qualidade há muito tempo. Nos períodos eleitorais, o jornal se excede nos padrões de manipulação com sua posições francamente contrárias ao atual governo. Não foi por outro motivo que recentemente Lula classificou de “vergonhosa” a manchete do jornal que sugeria que o Brasil abandonasse o pré-sal por conta do recuo europeu e dos EUA na exploração de petróleo após o vazamento da BP no Golfo do México.

O Globo é um jornal aético, antipatriota, desonesto e covarde. Reporduzo abaixo a carta da professora Leda como bom exemplo disso.

Márcia Denser, simples assim: Serra é o candidato da direita perversa e burra

Quem vai perder?

Márcia Denser, no Congresso em Foco

Ao que tudo indica – e todas as pesquisas apontam nesta direção – Dilma deve ganhar a disputa presidencial, até porque agora seu maior aliado eleitoral já não é o presidente Lula, mas o próprio candidato José Serra, cuja imagem e atitude truculentas por si mesmas têm sido mais do que suficientes para afugentar o eleitor, sem contar as gestões neoliberalíssimas de apoio exclusivo ao capital, tornando-o o maior responsável pelo franco declínio de sua campanha.

Serra personifica a chamada direita perversa e burra, a direita alucinada que acredita piamente se manter indefinidamente no poder sem fazer a mínima concessão às questões sociais e direitos humanos – ao lado humano mais que humano do ser humano que precisa trabalhar, comer, morar, respirar & outras coisas de somenos. E mais: promovendo a exclusão e eliminando literalmente qualquer oposição. Porque essa direita declarou guerra ao ser humano. Serra, que encarna esta direita, reduz sua campanha a um “duelo de competências”. Esquecendo-se que presidente não é gerente, país não é supermercado e população não se demite. Exclui. Apaga. Deleta.

Na pesquisa Datafolha, divulgada em 26/7, que coincide com o Vox Populi precisamente nas declarações espontâneas de voto, imunes às distorções de abordagem e amostragem, vemos que Dilma lidera, como segue:
- Datafolha, espontânea (na sua opinião, quem vai ganhar as eleições para presidente da república em outubro?): Dilma 21% X Serra 16% (diferença de cinco pontos);
- Vox Populi, espontânea: Dilma 28% X Serra 21% (diferença de sete pontos).
Nas respostas espontâneas colhidas pelo Datafolha, 4% ainda declaram voto em Lula e outros 4% mencionam ‘no candidato do Lula’ e ‘no candidato do PT’. Um universo de 8 pontos que deve transitar majoritariamente para a candidatura Dilma, graças à maior exposição da ex-ministra ao lado de Lula na propaganda eleitoral gratuita. Pois, como vimos, em questões de imagem, Serra perde feio.

A gota d’água foi o vice. Em São Paulo se ouve por toda parte: “No Serra, eu não voto. Deus me livre, já imaginou se o sujeito pifa e esse Índio vira presidente do Brasil?”.

O fato é que, ao acolher como vice o deputado Índio da Costa (DEM-RJ), inexperiente, inexpressivo, um ilustríssimo desconhecido para o resto do país, parece que Serra esqueceu completamente o eleitor.

Por quê? Entre outras razões, porque, no Brasil, a possibilidade do vice-presidente assumir o mandato presidencial não é algo remoto, mas um evento perfeitamente possível de ocorrer e a qualquer momento, pois nossa memória política recente ainda registra que Sarney, vice de Tancredo, foi presidente durante cinco anos, de 1985 a 1990, e Itamar Franco, vice de Collor, arriado do poder em 1992, exerceu o mandato até 1995. Sem entrar no mérito de um ou outro, constata-se apenas o fato. Sem contar que o próprio Serra, campeão de alpinismo eleitoral, não costuma terminar mandatos para os quais é eleito, nem jurando de pé junto e registrando em cartório. Se a questão é competência para governar o Brasil, referido vice teria alguma?

Serra não é exatamente o pós-lula, é um retro-FHC. Ou Zé Pedágio, como é chamado “carinhosamente pelos” paulistas. E agora já não estamos mais nos referindo à imagem mas à sua peculiar competência – que ele pretende estender para todo o país e por um bom tempo.

Sob as gestões do PSDB de Serra, Sampa ganha um novo pedágio a cada 40 dias.

Desde o início da privatização das rodovias de São Paulo, em 1998, foram instalados 112 pedágios nas estradas paulistas, estado que já tem mais pedágios do que todo o resto do Brasil. Segundo a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias, são 160 pontos de cobrança em vias estaduais e federais no território paulista, contra 113 no restante do país. Em resumo, fica mais barato viajar para outro estado do que dentro do próprio. Cruzar de automóvel os 404 km entre a capital paulista e Curitiba, PR, custa R$ 9 em tarifas, mas para cobrir a mesma distância até, digamos,Catanduva, paga-se R$ 46,70.

No entanto, tocar publicamente neste assunto já custou o emprego de dois conhecidos jornalistas da TV Cultura, Heródoto Barbeiro e Gabriel Priolli, quando no Roda-Viva questionaram Serra sobre os pedágios abusivos cobrados nas rodovias privatizadas de Sampa.

Mas essa privatização generalizada da vida (por que não terceirizar a primeira missa, nos dias úteis?) me lembra um refinado monólogo escrito por Roberto Schwarz (1) na primeira pessoa dum futuro dono de pinguela, com pedágio para pedestres, do qual extraio alguns trechos : “Há coisa mais poética do que um casal que compra uma ponte?… Que raiva me dá quando vejo as pessoas respirando de graça! Retrocesso não é comigo, vou me defender da inadimplência dos despossuídos. Não sei se quero a pinguela (o pedágio), que vai me dar uma porcaria por não sei quanto tempo, o qual tratarei de prolongar ao máximo, à bala ou como for possível, depois do que não fico no país nem um minuto mais!.”

(1) In Seqüências Brasileiras, pg. 239. S.Paulo, Cia das Letras, 1999

Fonte: Vi o mundo

Para ninguém dizer que eu não ajudo o Serra

A campanha de Serra na internet lançou a versão on-line dos “esquadrões serristas” que estão percorrendo o país em busca de “boatos” sobre o que ele considera mentiras a seu respeito.

Para não dizerem que eu só falo mal do “coiso”, já ofereço logo a minha contribuição sobre notícias falsas que se andam espalhando sobre o candidato tucano.

1- Serra está nas frentes das pesquisas: Boato difundido por um certo instituto Datafolha, com sede na Av. Barão de Limeira, em São Paulo;

2- Serra é o pai dos genéricos: Notícia evidentemente falsa, uma vez que o próprio Serra acabou dizendo que “nem sabia que existia genérico” quando entrou no Ministério da Saúde. A fonte do boato é o programa de propaganda eleitoral do PSDB, como pode ser visto aqui ;

3- Serra defende a privatização: Boato espalhado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em entrevista ao site da revista Veja.;

4- Aécio Neves está fazendo corpo mole na campanha de Serra e se vingando da rasteira que tomou quando o ex-governador paulista vetou a realização de prévias no PSDB: A fonte desta matéria notóriamente inverídica é o jornal “A Folha de São  Paulo”, na sua edição de ontem;

5- O vice I. da Costa foi enfiado goela abaixo de José Serra: Mentira: Como o próprio Serra disse, da Costa é “um rapaz de quem eu gostava especialmente”, embora só o tenha encontrado uma vez antes da designação, assim mesmo numa mesa de churrascaria durante o jogo do Brasil com a Coréia do Norte.
Todos sabem que a grita do DEM, as reuniões que vararam madrugadas, e o anúncio público de que o vice seria Álvaro Dias foram só brincadeirinha;

6- Os pedágios paulistas são caríssimos: Todos sabem que isso não passa de “trololó” dos petistas e do jornalista Heródoto Barbeiro, que perdeu seu emprego na TV cultura por espalhar a informação inverídica. O governador Geraldo Alckmin também é um dos boateiros, pois admitiu que é preciso rever o valor dos pedágios estaduais;

7- A cratera do metrô não foi resultado de obras mal executadas durante a gestão tucana: Qualquer criança sabe que ela foi destruída por um disparo de raio laser vindo de uma galáxia distante;

8- O Jardim Romano não passou quase dois meses debaixo de água: O alagamento das ruas na verdade foi uma obra performática para que os pobres pudessem ver o reflexo de sua própria situação.

9- Serra não é de esquerda: Calúnia. É uma afirmação que se desmonta com a simples constatação de que seus aliados são Paulo Maluf, Orestes Quércia, Kátia Abreu, os Bornhausen, Jair Bolsonaro, a Globo e a Folha.

10- José Serra têm chances de ganhar a eleição: Boato que qualquer Brasileiro sabe, não tem a menor possibilidade de ser verdade.

Fonte: Tijolaço

Aécio veta fotos suas com Serra nos jornais mineiros

Todo mundo sabe que os jornais mineiros são dóceis a Aécio Neves (PSDB/MG) e costumam publicar matérias bem ao agrado do ex-governador.

Hoje as capas dos jornais mineiros trazem fotos que valem por mil palavras.

No dia em que Serra se encontrou com Aécio em seu apartamento, junto com Itamar e o governador tucano, o jornal "O Tempo", em vez de mostrar a foto do encontro das 4 principais lideranças demo-tucanas, escolheu uma foto de Serra ao lado de um candidato a deputado federal tucano, cortando Aécio e demais caciques demo-tucanos da foto.



No jornal o Estado de Minas, a esperteza de Aécio empurrou Serra para o colo do ex-presidente Itamar Franco (PPS/MG), e mesmo assim não usaram a palavra "apoio" e sim "fizeram as pazes", retificando que existem rusgas entre os dois:


A declaração de "apoio" de Itamar gerou constrangimento em Serra, pois Itamar fez questão de explicitar que foi a contragosto, e apenas um ato de disciplina partidária: "Ninguém desconhece aqui, governador Serra, que eu defendi desde o início a candidatura do Aécio à presidência. As circunstâncias quiseram que o senhor fosse o escolhido. Nós estamos em uma conciliação que quer a lealdade e a disciplina, sobretudo. Pela coligação que se formou, nós vamos agora participar desta sua caminhada. Eu estou num partido que apoia o governador Serra e agora cabe a mim também apoiar".

O "apoio" parou por aí. Serra seguiu para um encontro com demo-tucanos em Betim, e Itamar não foi.

Enquanto isso, a chapa PMDB-PT, com Hélio Costa e Patrus Ananias como vice, tem o dobro de intenção de votos do candidato de Aécio, e Dilma está 12 pontos à frente de Serra, em Minas, até mesmo na pesquisa Ibope.

Fonte: Amigos do Presidente Lula