Seja bem-vindo. Hoje é

Contador único p/ IP

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Igor Felippe: Os bancos não têm alguma responsabilidade?


Breve comentário sobre a cobertura da greve dos bancários
por Igor Felippe
As matérias da imprensa conseguiram me esclarecer que grandes problemas do nosso país são causados pela greve dos bancários.
Idosos que não recebem o INSS, homens que não pagam a pensão e podem ser presos, lojas cheias de dinheiro a mercê da criminalidade, famílias que não conseguem pagar suas contas…
Interessante que, pela cobertura, o lucro dos seis maiores bancos do Brasil, em torno de 46 bilhões de reais em 2010, não causa problema nenhum.
Será que a intransigência em aceitar as reivindicações dos trabalhadores bancários não coloca nos bancos (que coincidentemente formam o setor econômico que mais lucrou e lucra com o atual modelo econômico por mais de 15 anos) alguma responsabilidade pela situação?
Abaixo, mais uma dessas matérias que esclarecem para toda a sociedade o “mal” que faz a greve.
Igor Felippe
12/10/2011 – 06h00
Greve dos bancos acumula dinheiro em lojas e gera risco de segurança
Aiana Freitas, Especial para o UOL Economia, em São Paulo
A greve dos bancários, que já passou de duas semanas, já começa a prejudicar o comércio, segundo o assessor econômico da Fecomercio-SP (Federação do Comércio do Estado de São Paulo), Fábio Pina.
“Os efeitos da greve não dependem apenas de os bancos oferecem alternativas ou não, mas do tempo da paralisação”, diz Pina. “Se tivesse durado um ou dois dias, não haveria tantos problemas.”
Um dos pontos é o acúmulo de dinheiro em caixa. “Essa é uma questão, principalmente, de segurança. O ideal é o comerciante ir fazendo depósitos aos poucos no caixa eletrônico, para deixar o mínimo possível de dinheiro em caixa”, sugere.
O assessor econômico da Fecomercio aconselha o comerciante, ainda, a tentar pagar os fornecedores em dinheiro. E nunca levar o dinheiro para casa. “Isso apenas transferiria o risco de um lugar para o outro.”
Fábio Pina diz que a greve dos Correios, que durou quase um mês, também causou transtornos aos comerciantes. O Tribunal Superior do Trabalho determinou que os funcionários dos Correios devem retornar ao trabalho nesta quinta-feira (13).
Além de terem dificuldade para pagar contas –inclusive de serviços que podem ser suspensos por falta de pagamento-,  os lojistas viram também seus custos aumentarem, uma vez que tiveram de optar por outras formas de envio de produtos e documentos, contratando empresas de entrega ou motoboys.
Fonte: Vi o mundo

Corrupção derruba presidente da Siemens. Subornos podem ter ido para tucanos paulistas.

A Siemens do Brasil demitiu seu presidente Adilson Antônio Primo, devido à corrupção. Um inquérito descobriu um esquema com desvio de até 6 milhões de euros da empresa, transferidos para uma conta bancária, supostamente vinculada a Primo. As suspeitas recaem sobre o possível desvio para enriquecimento pessoal e/ou pagamento de subornos. A empresa é investigada pelo Ministério Público de São Paulo por pagamento de subornos a tucanos do Metrô de São Paulo, em consórcio com a empresa Alstom.Entre 2006 e 2008, a Siemens foi alvo de uma extensa investigação nos EUA envolvendo corrupção e pagamento de subornos a autoridade de12 países, inclusive o Brasil. (Com informações do jornal alemão Handelsblatt , do Ministério Público Estadual de São Paulo e do Estadão).

Esquema das ambulâncias Sanguessuga é replicado no governo tucano de São Paulo



Lembra-se das ambulâncias Sanguessugas, onde parlamentares apresentavam emendas, o então ministro da Saúde José Serra (PSDB/SP) e, depois, Barjas Negri (PSDB/SP) liberavam as verbas, e os irmãos Vedoin superfaturavam?

Pois é, migrou para o Estado de São Paulo, quando José Serra (PSDB/SP) e o vice Alberto Goldman (PSDB/SP) foram governadores.

O sucessor, Geraldo Alckmin (PSDB/SP), está com o comportamento suspeito, de quem  quer abafar as investigações.

No rastro da venda de emendas por deputados da Assembléia Legislativa paulista, descobriu-se que a ex-deputada estadual Patrícia Lima (PR-SP) apresentou uma emenda de R$ 2.200.000,00 para equipar o Hospital São João, da cidade de Registro (na região do Vale do Ribeira).

No Diário Oficial do dia de natal - 25 de dezembro de 2010 - a ex-deputada ganhou seu presente de papai noel: o governo tucano liberou a verba de R$ 2.180.000.

O dinheiro financiou a compra de equipamentos superfaturados em até 500% para o hospital.

É o mesmo modus operandi usado pela máfia dos sanguessugas.

É nisso que dá a imprensa demo-tucana ter blindado Serra e Barjas Negri de suas responsabilidades naquele escândalo de corrupção.

A impunidade levou José Serra a ser eleito governador de SP e a certeza da impunidade encorajou a corrupção a se repetir.

Detalhe: a ex-deputada Patrícia teve apenas três votos em Registro na eleição de 2010, e não se reelegeu.

(Esta notícia está na Folha de São Paulo, mas o texto do jornalão continua blindando Serra, Goldman e Alckmin e não estabelece a conexão com o modus operandi dos Sanguessugas. É por isso que a corrupção corre solta em São Paulo, jogando toda a sujeira para baixo do tapete)

Fonte: Amigos do Presidente Lula

PF vai interrogar irmão de Ricardo Teixeira

A coisa já esteve melhor, Mr Teixeira

Saiu no UOL Esporte:

MPF exige interrogatório de irmão de Ricardo Teixeira para provar lavagem de dinheiro


Roberto Pereira de Souza

Em São Paulo


Má notícia para Ricardo Teixeira: o Ministério Público Federal exige que Guilherme Teixeira,  irmão do presidente da CBF, também seja interrogado no inquérito policial por lavagem de dinheiro. Guilherme atua como procurador de Ricardo no comando de empresas suspeitas por evasão de divisas., há mais de dez anos.


Para piorar o cenário para os irmãos Teixeira, outro fato oficial:  o Conselho Nacional de Justiça determinou uma apuração na conduta de juízes federais que se relacionam com a Confederação Brasileira de Futebol, no momento em que seu presidente Ricardo Teixeira está sendo investigado por lavagem de dinheiro. A corregedoria não gostou de saber que juízes federais vão participar de torneio de futebol no campo da CBF, na Granja Comary, em novembro. Teixeira também dirige o Comitê Organizador da Copa 2014.


A Delegacia de Crimes Financeiros, da Superintendência da PF do Rio de Janeiro, começará a investigação contra Teixeira e seu irmão Guilherme ainda esta semana.


O CNJ teme que as ligações de amizade e favorecimentos possam atrapalhar o fluxo dos trabalhos dos juízes que deverão julgar o caso, após possível denúncia.


A Ajufe, que representa os juízes federais e que será analisada pelo CNJ, explicou em duas  notas que o apoio da CBF à entidade é “institucional e não é ilícito”:


“A licitude da parceria institucional entre a Ajufe e CBF, para a realização de eventos como Futebol Cidadão e Projeto João de Barro, é incontestável e idêntica à realizada entre a CBF e o próprio Conselho Nacional de Justiça”.


Esse trecho da nota varou os andares do CNJ como uma bala perdida. “é um equívoco dizer isso, porque não temos convênio com a CBF”, explicou um assessor do Conselho de Justiça. “Nosso projeto atende os ex-detentos que precisam de emprego. As sedes da Copa 2014 deverão empregar certo número de cidadãos que cumpriram suas penas e precisam de uma nova chance”.


Como formalidade, o CNJ só pode investigar juízes suspeitos de favorecimento nesse tipo de convênio. “Não se pode investigar a Ajufe como entidade privada. Mas se algum juiz recebeu algum tipo de favorecimento ou dinheiro, a corregedoria entrará em ação”, informou o assessor.


Outro problema que cerca a investigação contra Ricardo Teixeira pode estar na própria Polícia Federal do Rio de Janeiro, onde laços de amizade já se estenderam da CBF até a associação dos delegados federais.


“Teixeira participou da posse do delegado Valmir Lemos de Oliveira, superintendente da PF no Rio de Janeiro, recentemente”, informou uma fonte da Justiça carioca. Lemos de Oliveira, como superinendente local,  é o responsável maior pelo inquérito de lavagem de dinheiro, pedido pelo Ministério Público Federal.


UOl Esporte enviou ao superintendente Lemos de Oliveira perguntas sobre sua relação pessoal com o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que, agora, passa a ser alvo de investigação. Até as 20h30 desta terça-feira (11/10), nenhuma resposta foi fornecida.


O delegado Lemos de Oliveira estava na diretoria da associação dos delegados federais quando a CBF decidiu abrir seus cofres para financiar uma atividade da entidade. Detalhe: Teixeira é investigado ou suspeito de ter cometido lavagem de dinheiro desde os anos 1990.


Logo após o relatório da CPI do Futebol (2000-2002), que encontrou fortes evidências de  lavagem de dinheiro em operações financeiras das empresas de Teixeira (Sanud e RJL Participações), quatro processos foram trancados pela Justiça Federal.


Mas a operação para inocentá-lo teria começado antes, na própria PF. A pedido do MPF, um delegado de fora do Rio de Janeiro foi chamado para o trabalho de relatar quatro investigações.


Em 30 dias, o policial fez todos relatórios, pedindo arquivamento dos inquéritos.


O inquérito que está na Delegacia de Crimes Financeiros,  na Polícia Federal/RJ,  vai apurar novas denúncias contra as duas empresas de Teixeira por remessa ilegal de dinheiro para o Brasil.


No ofício enviado à PF, o procurador da República Marcelo Freire diz que “Ricardo Teixeira e sua quadrilha podem ter cometido novos crimes de evasão de divisas”, usando a Sanud. O prazo inicial para as investigações é de 90 dias.


Agora, o caso ganha força pela entrada do CNJ na apuração da conduta de juízes que se relacionam com Ricardo Teixeira. Outro ponto  novo:  documentos que listam operações de suborno de mais de U$150 milhões citam também a Sanud com o beneficiária, em processo que corre na Suíça.


“O caso está na Suíça mas os documentos serão requisitados pela Justiça brasileira”, informou uma fonte do Ministério Público Federal, habituada em investigações de crimes internacionais.


Da lista de empresa usadas para pagar propinas a dirigentes da Fifa, constam algumas empresas que podem esconder nomes de brasileiros, além de Ricardo Teixeira.  Wando, Beleza, Sicuretta, Renford Investments e Gilmark Tradings, com sede em Hong Kong, lideram os repasses ilegais, segundo investigadores europeus.


NAVALHA


A coisa já esteve melhor para a família Teixeira, diria o jenio do Galvão.
Essa Dilma …


Em tempo: e esse delegado Valmir, hein, amigo navegante ?


E essa Ajufe, amigo navegante?


Será que ela tambem quer fechar o CNJ ?

Paulo Henrique Amorim









Rio faz faxina na PM. 

Esse Beltrame …



Saiu no R7:

Polícia Militar anuncia nomes de novos comandantes de 20 batalhões no Estado do Rio.


Eles ficarão nos cargos por no mínimo um ano; novas trocas acorrem até sexta


A Polícia Militar do Rio de Janeiro anunciou na manhã desta quarta-feira (12) em seu site os nomes dos novos comandantes de 20 batalhões, cujas indicações foram feitas pelos Comandos de Policiamento de Área, a quem as unidades estão diretamente subordinadas.


O processo de nomeação acontece após uma avaliação da ficha disciplinar e judiciária dos oficiais escolhidos, a fim de garantir que os comandantes estejam dentro do perfil definido pelo comando da corporação para liderar a tropa.


Dentre as mudanças apresentadas pelo comandante-geral, coronel Erir Ribeiro Costa Filho, está a permanência dos comandantes nos batalhões por um prazo mínimo de um ano. A ideia é permitir que o oficial conheça melhor a área de atuação da unidade, suas peculiaridades e problemas, além de se aproximar mais da tropa e da comunidade. Caso sejam bem avaliados, os comandantes poderão ter suas nomeações prolongadas por mais um ano.


(…)


NAVALHA
Enquanto isso…
Quando começa a faxina na Assembléia Legislativa de São Paulo ?
A faxina na CBF ?
Quem pagou a Fence, que fazia arapongagem para o Cerra no Governo de São Paulo ?
E quem corrompe os corruptos ?
O Convera Afiada está muito preocupado com a corupção na PM do Rio.
E sugere que a Marcha contra a Corrupção, nova peripécia da elite brasileira, responda a essas perguntas aí acima.
E, por falar nisso, Paulo Preto era líder de que ?

Paulo Henrique Amorim

domingo, 9 de outubro de 2011

"Emendão tucano" segue em banho maria na imprensa

Merval "curte" a cobertura "banho-maria"da imprensa sobre o escândalo paulista
A seletividade da imprensa brasileira é a única explicação para uma denúncia de um deputado, do partido da base do governo do estado mais rico do país, São Paulo, passar em branco no noticiário, ficar ali, hibernando, em matérias esparsas.

Pois bem, o deputado estadual Roque Barbiere (PTB) denunciou um esquema de propinas pagas por emendas parlamentares na Assembleia Legislativa em que, segundo o denunciante, um em cada três deputados estariam comprometidos com os desvios de recursos do governo estadual.

O deputado foi mais além e disse que este esquema funciona há cerca de vinte anos no governo de São Paulo.

Sem entrar no mérito de quem possa estar com a verdade com tais afirmações, pois o governador Geraldo Alckmin, do PSDB, em seu terceiro mandato, afirma desconhecer o esquema e que o governo apenas libera os recursos, que são gastos pelas prefeituras, a pergunta que urge ser respondida sobre este episódio é a seguinte:
Por que a imprensa não investiga a fundo tais denúncias?

A resposta pode ir além da seletividade da pauta dos grandes veículos de comunicação do país.

Não se pretende aqui fazer juízo sobre o que o deputado estadual afirmou, mas escancarar o quanto a grande imprensa brasileira age partidariamente na apuração de fatos, que interessam ou não serem desvendados.
Os mesmos órgãos de imprensa que criaram a pauta da faxina para emparedar integrantes do governo federal sobre denúncias investigadas sistematicamente e sem trégua, são os mesmos a tratar este estarrecedor acontecimento em "banho maria", com matérias, até este momento, sem continuidade e sem que levem a uma averiguação minuciosa daquilo que foi dito, publicamente, pelo parlamentar.
O estopim aceso parece apontar para um paiol repleto de casos de corrupção altamente explosivo, fala-se em desvios de cerca de R$ 2 milhões por deputado.  Há nisso aí um terreno fértil para exploração dos bastidores das aprovações de emendas parlamentares, pelo menos, dos últimos vinte anos.

Mesmo com a gravidade do que foi trazido a público, não se lêem editoriais raivosos condenando os malfeitos contidos em uma denúncia como esta, nem em O Globo, Folha de São Paulo, Estadão.
A Veja e a Época não fizeram uma cobertura séria, do tipo "doa a quem doer", para tratar o ocorrido.
Nem Jabor ou Merval Pereira se ocuparam, no Jornal Nacional ou na Globo News, de bradar palavras de ordem contra a corrupção da Assembléia Legislativa paulista, comandada pela maioria governista tucana.

Nada disso ocorreu até agora...

Qual poderá ser o rumo dessa história?
Talvez o destino seja mesmo dos escândalos da Alstom, das obras do metrô de São Paulo, do aumento expressivo do valor do Rodoanel, do esquema de compra de votos para a reeleição de FHC, Paulo Preto, entre tantos outros assuntos delicados... O do esquecimento editorial proposital.

Porque a imprensa tem partido e toma posição clara em situações como esta.
A imprensa cumpre importante papel de informar a sociedade sobre os mais variados temas, investigar e publicar desmandos é um deles, seja de qual lado isto ocorra.
Quando a imprensa, da maneira como age agora, tomando partido, legitima o sentimento comum das pessoas de que o que publicam não é digno de confiabilidade e que se movimenta por interesses políticos, econômicos e comerciais.

O que confirma uma pesquisa da SECOM (Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República), em que cerca de 80% dos leitores não crêem ou crêem muito pouco no que é noticiado pela grande imprensa brasileira, como publicado aqui em julho de 2010..

Fonte: Palavras Diversas

Escândalo em São Paulo: A mídia faz boquinha de siri


Por que nenhum dos jornais e TVs comerciais lança investigações sobre manipulação do orçamento por empreiteiras e deputados, denunciada há meses?


A seletividade da imprensa brasileira é a única explicação para uma denúncia de um deputado, do partido da base do governo do estado mais rico do País, São Paulo, passar em branco no noticiário, ficar ali, hibernando, em matérias esparsas.

Pois bem, o deputado estadual Roque Barbiere (PTB) denunciou um esquema de propinas pagas por emendas parlamentares na Assembleia Legislativa em que, segundo o denunciante, um em cada três deputados estariam comprometidos com os desvios de recursos do governo estadual.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Povo dos EUA vira à esquerda, contra o neoliberalismo e pelo fim das guerras


http://october2011.org/
A ficha já caiu para uma boa parcela dos estadunidenses, que estão indo às ruas fazer revoltas pacíficas, como não se via desde os anos 60, nas manifestações contra a guerra do Vietnã, pelos direitos civis e contra "o sistema".

A guerra do Afeganistão já dura 10 anos. O neoliberalismo que gerou a crise trouxe o desemprego, a exclusão social, a perda da moradia hipotecada. Aposentados dos fundos de pensão viram parte de suas aposentadorias evaporarem, com as perdas do pecúlio aplicado nos bancos quebrados.

Ativistas ocupam as ruas e rebelam-se clamando "Somos os 99% que não vão mais tolerar a ganância e corrupção dos 1%".

A ficha caiu, entendendo que existe um conflito de classes. Os 99% são o povão estadunidense que perderam seu "american way of life" e estão se sentindo na coluna dos perdedores. Os 1% são a elite econômica, simbolizada em Wall Street que, bem ou mal, sempre saem ganhadores, com crise ou sem crise.

Não deixa de ser uma versão "yankee" do parágrafo final do Manifesto Comunista de Marx e Engels: "Proletários ...., uni-vos!"...

Quem diria!

Lemas como "Parar o sistema! Criar um novo mundo!" são propagados. Não deixa de ter semelhança com o brado do Forum Social Mundial: "Um novo mundo é possível".

Os ativistas exigem:

  • Taxar os ricos e as corporações com mais impostos
  • Proteger o planeta
  • Colocar as necessidades humanas acima da ganância corporativa
  • Colocar os trabalhadores antes de lucros
  • Deixar o poder econômico de fora da política
  • Fim das guerras, trazer as tropas de volta para casa
  • Assistência de saúde para todos
  • Fim da proteção econômica do governo às corporações
Neste 6 de outubro, aniversário da invasão do Afeganistão, ativistas estadunidenses marcaram a ocupação de Washington, a capital dos EUA.

O movimento, inspirado nas revoltas populares iniciadas no Egito, chamadas primavera árabe, começou com a ocupação de Wall Street, o símbolo do capitalismo e das grandes corporações (Seria o equivalente no Brasil a "ocupar a BOVESPA" - Bolsa de Valores de São Paulo).

http://occupywallst.org/

Alguns milhares de ativistas ocupam Wall Street há 3 semanas, sejam se revezando, sejam acampando. As manifestações são pacíficas, mas com alguns atos de desobediência civil, como obstruir o trânsito, e passeatas não autorizadas, o que levou a repressão da polícia e prisões rápidas.

As ocupações se alastram para outras cidades: Bostom, Chicago, Los Angeles, San Francisco, etc.

Por enquanto os ativistas são uma minoria barulhenta, mas vocalizam os protestos do cidadão estadunidense médio, insatisfeito com o desemprego, a crise que os afeta, enquanto os bancos que provocaram a crise se salvam e continuam lucrando e pagando bônus milionários a seus executivos.

Os estadunidenses tem uma vantagem sobre os países do Oriente Médio: a militância virtual é mais intensa, já que quase todos os domicílios tem acesso a internet.


Fonte: Amigos do Presidente Lula