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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Os constrangimentos da mídia


Os responsáveis pelo jornal Folha de São Paulo notificaram judicialmente um blogueiro que vinha fazendo campanha na rede mundial de computadores pelo cancelamento de assinaturas do jornal.

Quem vai notificar a Folha por ter emprestado os carros/camionetes/caminhões para o transporte de presos políticos à época da ditadura? Eram transportados para sessões de tortura, para “atropelamentos” (eliminação sumária) ou, na melhor das hipóteses – dentre essas anteriores evidente – de uma prisão para outra.


Ou pela falsa ficha policial da ministra Dilma Roussef, já que engajados na campanha de uma dos mais perigosos políticos da máfia tucana, o governador José Jânio Serra? O ombudsman da Folha , uma espécie de juiz das matérias publicadas pelo jornal numa tentativa aparentemente democrática de corrigir erros, ou informações equivocadas, advertiu a redação que a ficha era falsa e ficou por isso mesmo, punido foi o ombudsman, pois “democracia” ali é de brincadeira, fachada.


A participação do jornal Folha na ditadura militar, engajada no processo que levou empresários, banqueiros e latifundiários a buscar apoio nos EUA para o golpe de 1964, foi denunciada em A DITADURA ESCANCARADA, do jornalista Élio Gaspari, que hoje é colunista do jornal.

Assinar a FOLHA para que? Ler mentiras, notícias distorcidas com aparente tentativa de parecer verdade? Aquela mania de infográfico – que ninguém lê, ou tenta entender – para dar a impressão que estar matando a cobra e mostrando o pau?

O jornal Folha de São Paulo recebeu as gravações das conversas de FHC, quando presidente, com o pessoal do Ministério das Comunicações, Mendonça de Barros e Lara Resende, sobre as privatizações do setor de telefonia principalmente a concorrência onde entrava a extinta Telemar , da família Jereissati entre outros sócios e ficou na moita. Publicou parte do que não comprometia o presidente de então, FHC (está precisando urgentemente de tratamento psiquiátrico, do contrário morre de invejo/neurose, ou começa a andar nu pelas ruas) e disse, na primeira página que o resto das gravações não seria divulgado, pois eram fatos pessoais e isso não interessava.

Que fatos pessoais? A mãe de Paola Pimenta da Veiga, mulher de Pimenta da Veiga, ex-glamour girl do Pampulha iate Clube em Belo Horizonte, fechando com FHC na cama no palácio das Mangabeiras em BH, a vitória da telemar na concorrência (representava a Andrade Gutierrez, uma das sócias da família Jereissati), a doação para o ínclito presidente, além lógico, da nomeação de Pimenta para o Ministério no lugar de Mendonça de Barros, tudo na disputa de poder com Pedro Malan, um assassino frio, sem emoções, que comandava a outra e a mais forte quadrilha do governo de então.

A mídia, a grande mídia, no Brasil é um exercício lastimável de “quem quer um bom dia diga eu”, na figura medíocre e “pastelizada” de Willian Bonner, uma espécie de escravo modelo que representa seu papel com privilégios, vantagens e excelente remuneração. Nada além disso.

E a Folha é só um jornal que se espremer sai sangue também; O sangue dos torturados, assassinados, estuprados nas prisões da ditadura militar e transportados nos carros da empresa.

Não há porque não cancelar as assinaturas, é um exercício de dignidade pessoal, é respeitar-se a si em primeiro lugar.

Está certo o blogueiro que pede que isso seja feito. E a reação do jornal mostra que esse tipo de denúncia funciona.Mande a Folha para o espaço. Só não é pasquim, porque o conceito da palavra mudou depois do célebre e decisivo O pasquim, instrumento fundamental na ridicularização dos nossos generais durante a ditadura militar.

Por: Laerte Braga - Que aderiu o movimento cancele a Folha/Uol e cancelou sua assinatura com o UOL

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Os Amigos do Presidente Lula

domingo, 6 de dezembro de 2009

A necessidade desesperada de ter um jornalismo melhor

À esquerda, o PiG (*). À direita, o Conversa Afiada

Arianna Huffington tem o melhor site político dos Estados Unidos.
Ela é o Conversa Afiada americano (rsrsrsrsrsrsrs…).
O Conversa Afiada se tornou alvo de Daniel Dantas e assemelhados, que movem quase duas dezenas de ações contra Paulo Henrique Amorim – clique aqui para ler “PHA derrota advogado de Dantas na Justiça”
Arianna é o alvo principal de Rupert Murdoch.
Murdoch odeia Arianna.
Porque ela vai enterrar Murdoch.
Murdoch desmoralizou a imprensa inglesa e americana.
Nos Estados Unidos, Murdoch é o dono da Fox News, a quem o Presidente Obama se recusa a dar entrevistas, porque não é uma estação de televisão, mas um braço do Partido Republicano, a oposição.
Como a Globo, aqui: não é uma estação de televisão.
É um instrumento do Golpe contra Lula.
(E Lula e seus ministros não deveriam dar entrevista à Globo, como faz o Governo Obama com a Fox.)
Agora, a carga de Murdoch contra Arianna é o papel de “agregador” que a Arianna e todos os sites da internet desempenham.
O que é ser “agregador” ?
É partir da informação original de um órgão da imprensa tradicional, associá-la a outras informações, e extrair uma conclusão, dar uma informação adicional ou uma opinião.
E, sobretudo, acrescentar a opinião e a informação do amigo navegante, nos comentários.
É o que faz o Conversa Afiada, quando se vale de uma informação original da Folha (*) ou de qualquer outro órgão do PiG (**) para acrescentar o que lhe dá na telha.
E sugere ao amigo navegante ir à informação original, completa.
É o “clique aqui” do Conversa Afiada.
Murdoch diz que a Arianna, ao fazer isso, se comporta como uma “cleptomaníaca de conteúdo”, “vampiro”, “parasita dos intestinos da internet”.
Arianna responde: em outras indústrias, quando os consumidores fogem dela às carreiras, as indústrias tentam reagir – para manter os consumidores.
Na mídia americana (Murdoch), a reação é insultar.
(Na brasileira, é ir à Justiça, como fez a Folha (*), com um blogueiro )
Arianna mostra que qualquer site pode impedir que se consultem suas páginas.
É só usar uma ferramenta do Google.
Mas, eles não fazem, porque essa inter-relação na blogosfera, esse vai-e-volta multiplica audiência.
Mas, não é isso o que interessa nesse post da Arianna.
O mais relevante para nós, aqui no Brasil, é quando ela fala de “tempos de desespero (nos Estados Unidos) exigem um jornalismo melhor”.
O Conversa Afiada vai resumir (e adaptar) alguns pontos desse post da Arianna, que é, na verdade, uma conferência que ela pronunciou logo depois de o Murdoch falar:
- O PiG (**) americano traiu o povo americano duas vezes, nos últimos tempos: quando deixou Bush invadir o Iraque por causa de armas de destruição em massa que não existiam; e quando não avisou que a economia americana ia quebrar.
- Depois disso, diz Arianna, os Estados Unidos “tiveram muitas autópsias, mas nenhuma biópsia”.
- O PiG (*) americano se tornou o pit-bull da reportagem e participou da invasão do Iraque.
- O futuro do jornalismo não depende do futuro dos jornais.
- Atenção: O FUTURO DO JORNALIMO NÃO DEPENDE DO FUTURO DOS JORNAIS !
- Ou seja, você não precisa só dos jornais para se informar.
- O futuro do jornalismo estará, pelo menos em parte, nas mãos de um número crescente de pessoas que se conectam com a informação de uma forma inteiramente nova.
- A notícia não é mais uma coisa que você aceite passivamente.
- Hoje, nós nos relacionamos com a notícia, reagimos à notícia e compartilhamos a notícia. Nós nos reunimos, nos conectamos, conversamos.
- Fazemos parte da evolução de uma reportagem, da apuração de uma verdade. E expandimos a reportagem com nossos comentários e links para informações relevantes, ao adicionar fatos e diferentes pontos de vista.
- A notícia se tornou uma atividade social.
- E se fortalecerá ainda mais porque as reportagens serão produzidas por editores profissionais e pela comunidade de leitores daquele site.
- Os diálogos, a opinião e a reação dos navegantes se integrarão à experiência de divulgar uma notícia.
- Não há a menor dúvida de que o jornalismo vai sobreviver.
(Quem vai morrer é o PiG – PHA.)
Paulo Henrique Amorim
Clique aqui para ver que a publicidade dos jornais impressos desabou no Brasil e sobe vertiginosamente na internet

Crédito
PHA

Revista Veja na escola de Arruda: contrato não prevê foto na capa?

Na edição desta semana que está nas bancas, a revista MAIS VENDIDA do Brasil (Veja), não há outro assunto mais importante que não seja o MENSALÃO do DEM, com 9 pedidos de impeachment do governador Arruda.

Os telejornais mostraram à exaustão o governador recebendo dinheiro vivo de propina, seu secretário de assuntos institucionais (o delator) distribuindo dinheiro de propina à rodo, com o presidente da Assembléia escondendo dinheiro na meia, e um dono de jornal escondendo o dinheiro na cueca.

A revista Veja conseguiu a proeza de fazer uma capa sem uma única menção à Arruda, ao DEM, ao governo do Distrito Federal.

A capa só cita "impunidade", "corruptos", fugindo de focalizar no fato, e querendo pulverizar o assunto para "todos os políticos corruptos".

A safadeza não para por aí: coloca uma foto de uma meia com dinheiro, e fundo da capa é vermelho. Ganha um doce (não é panetone) quem advinhar qual é cor do partido do Presidente Lula.


Poucos meses atrás, na Edição de 15 de julho de 2009, dedicou sua principal seção de entrevistas, as páginas amarelas, ao governador José Roberto Arruda (DEMos/DF), o principal envolvido no MENSALÃO do DEM.

A entrevista tem forte característica de "chapa-branca" a começar pelo título, com a revista dando o seu veredicto: "Ele deu a volta por cima".

Um mês antes, o governo de Arruda assinava a nota de empenho no valor de R$ 442.462,50.

Não era propriamente para comprar panetones.

Era para comprar assinaturas da revista Veja com o dinheiro público do Distrito Federal.

A justificativa para assinaturas seria um contrato para um programa do governo Arruda batizado de "revista Veja na sala de aula".

Será que tal contrato contém cláusulas proibindo o nome e foto do governador na capa?

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Os Amigos do Presidente Lula

sábado, 5 de dezembro de 2009

Estupro da Folha é outro tiro no pé

Neste sábado, dia 5, às 10 horas, o Movimento dos Sem Mídia (MSM) fará uma manifestação em frente ao prédio da Folha de S.Paulo (Rua Barão de Limeira, 425, centro da capital paulista), para protestar contra a publicação de um artigo leviano e irresponsável que acusou o presidente Lula de tentar “subjugar sexualmente” um jovem nos anos 1980. O artigo de uma página inteira, de autoria do ex-petista Cesar Benjamin, atual colunista da Folha, “foi forjado no ódio, na inveja e na covardia e é um estupro ao jornalismo”, afirma Eduardo Guimarães, presidente do MSM.

Sobre o artigo de Cesar Benjamin, que “estuprou” sua própria biografia de profundo conhecedor do Brasil e de intelectual brilhante, muitos já se pronunciaram criticamente – prefiro silenciar na tristeza por mais este ato instintivo e rancoroso. Sugiro apenas a leitura da resposta ponderada e firme do jornalista Gilberto Maringoni, publicada na Carta Maior. Membro do PSOL e crítico de esquerda do governo Lula, ele não poupou críticas ao texto do “Cesinha”, que estaria fazendo o jogo da direita brasileira às vésperas da sucessão presidencial. “Fico envergonhado com o papel que ele está desempenhando. Seu passado não merece isso. Mas a História irá julgá-lo”.

“Um horror” dos herdeiros de Frias

Já com relação ao jornal da famíglia Frias, a publicação do artigo sem qualquer apuração prévia ou rigor jornalístico liquida qualquer ilusão sobre o ecletismo da Folha. Após usar um ex-petista para desferir ataques pessoais ao presidente da República, ela mesma confessou sua leviandade, mas sem fazer autocrítica pública – talvez temendo processos jurídicos. Militantes que estiveram presos com Lula nos cárceres da ditadura, entre abril e maio de 1980, negaram taxativamente a história bizarra. Vale registrar a resposta íntegra de José Maria de Almeida, presidente do PSTU e outro crítico do governo Lula, que qualificou a insinuação de “baixaria”.

O reconhecimento cabal do “estupro” perpetrado pela Folha, porém, ocorreu com a entrevista de João Batista dos Santos, o ex-militante do Movimento pela Emancipação do Proletariado (MEP) que teria sido alvo da “investida” de Lula na cela. Ele considerou “um horror” o artigo, disse que isso nunca ocorreu e lamentou a publicação do texto sem ouvir os envolvidos no caso. Por ironia da história, Santos trabalhou numa granja mantida pela famíglia Frias em São José dos Campos, no interior paulista, na década de 1990. Para ele, se Octavio Frias de Oliveira, o barão da Folha, estivesse vivo (ele faleceu em 2007), “esteve artigo não teria sido publicado”.

Credibilidade e tiragem em queda

Depois de cunhar a expressão “ditabranda” para se referir aos trágicos anos da ditadura militar e de publicar uma “ficha policial” falsa contra a ministra Dilma Rousseff, a Folha dá outro tiro no pé. A publicação do asqueroso artigo fere a pouca credibilidade que ainda resta a este veículo e poderá resultar em novas quedas da sua pífia tiragem. Quando da “ditabranda”, o jornal perdeu mais de 3 mil assinantes, segundo fontes da própria empresa. Já no caso da falsa ficha policial, o jornal foi forçado a reconhecer timidamente o erro, temendo a abertura de um processo criminal.

Entre outros fatores, a perda de credibilidade do jornal da famíglia Frias ajuda a explicar a brutal queda da sua tiragem nos últimos anos. Segundo levantamento do IVC (Instituto Verificador de Circulação), a Folha é hoje o vigésimo quarto jornal em vendas avulsas no país, ficando atrás do Estadão (19º lugar) e de O Globo (15º lugar). Entre janeiro e setembro de 2009, ela vendeu em média 21.849 exemplares nas bancas. Uma tiragem pífia se comparada aos 489 mil exemplares vendidos em suas edições dominicais em outubro de 1996. Atualmente, o jornal só se sustenta graças à publicidade e à venda de assinaturas, que atinge basicamente a chamada classe média.

Com os “estupros” que a Folha insiste em praticar, a tendência é que a sua tiragem despenque ainda mais. O ato organizado pelo MSM poderá servir como mais uma pá de cal neste jornal leviano e golpista, que agride constantemente a democracia e a ética jornalística.

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Blog do Miro

O lamaçal dos demos e os sapatos tucanos da Oscar Freire

Não pensem que os demos não estão espumando por conta da postura blasé que a tucanada assumiu no escândalo do panetonegate.

Eles guardaram as armas porque não é hora de atirar, mas anotaram as declarações tanto de José Serra quanto de Aécio Neves. Ambos ficaram “estarrecidos” com o que viram.

A boca pequena os demo-líderes têm dito que além de o presidente local do PSDB, Márcio Machado, ser um dos acusados do esquema de arrecadação paralela, o caso Yeda é mais grave do que o de Arruda. A diferença são as imagens e o profissionalismo do cagueta. O de Brasília gravou tudo com detalhes. Os do Rio Grande não foram tão meticulosos.

Os efeitos da crise demo-Arruda não vão ficar restritas ao DF, como um colunista da Folha tentou demonstrar. Ao contrário, já invadiram a sucessão presidencial e demoliram muitas das pontes que resistiam entre tucanos e Demos. Nem mesmo a coligação no plano nacional é mais dada como certa. Os demos acham que os tucanos são traíras e que não estão agindo de forma solidária. Os tucanos consideram que o lamaçal dos demos é demais da conta pra eles sujarem o sapato novinho que acabaram de comprar na Oscar Freire.

Isso não se resolve em seis meses.

A sucessão embaralhou pro lado da oposição. Não será nada surpreendente se os tradicionais aliados dos últimos tempos vierem a rachar solenemente.

No tucanato, Serra amplia a sua defesa da chapa pura. Ele na cabeça, claro.

Aécio faz bico e diz que o negócio é trazer outros partidos para a oposição. E que isso só ele consegue. Ou seja, ambos começaram a dispensar os demos, que disputavam até ontem. Aliás, faziam de tudo para ver quem era mais amiguinho do demo-turma. E agora tapam o nariz pra eles.

Profissionais, os demos sentiram o baque. Uma reação mais dura não é uma decisão fácil, mas não me surpreenderia se, por exemplo, daqui a 15 dias os demos não viessem a lançar uma candidatura como a de César Maia.

Nem que fosse só pra marcar posição e garantir um palanque para não sumir do mapa.

Dado o tamanho do lamaçal e a solidariedade do principal aliado, talvez seja o único caminho digno que reste. Digno, claro, é força de expressão.

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Blog do Rovai

PSDB e Arruda: é do careca que eles gostam mais

O que Fernando Henrique Cardoso, Artur Virgílio e Álvaro Dias têm em comum?

A resposta está nessa nota, publicada na coluna "Panorama Político", de Ilimar Franco, em "O Globo":

"Esqueçam o que escrevi
Em baixa depois do mensalão, o governador José Arruda (DF) já foi muito festejado. Em 2008, foi editado o livro "Brasília: Preservação e Legalidade. Desafios do Governo". A orelha da publicação é recheada de elogios. 1. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso: "Pela boa administração que exerce no DF, José Roberto Arruda é hoje uma das principais lideranças do cenário político nacional". 2. O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM): "Arruda serve para ser candidato a presidente da República pelo Democratas". 3. O senador Álvaro Dias (PSDB-PR): "Arruda não fez barganha. Não instalou um balcão de negócios para oferecer a este ou àquele partido". Que coisa! "


Ele é o herói de FHC, Artur Virgílio e Álvaro Dias

Como sempre, o mais exagerado é Artur Virgílio: "Arruda serve para ser candidato a presidente pelo Democratas"!

Serve?

Na verdade, serve sim. A candidatura Arruda teria um efeito didático, a mostrar porque o discurso moralista dos demo-tucanos faz todo sentido.

Fora isso, seria uma candidatura barata. Os programas de TV já estariam todos prontos. Sob direção de Durval Barbosa - o marqueteiro do DEM.

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Rodrigo Viana

Chuíça (*): chuva mata 11. Zé Pedágio não tem plano contra enchente

São Paulo trabalhando (sic) por você


Sabe-se que, nos últimos dias, Zé Pedágio se dedicou a:
1) Mexer no câmbio;
2) Trocar fórmulas de veneno para lançar contra o Aécio, o Alckmin e os jornalistas que falam mal dele;
3) Mandar o Agripino tirar o Arruda (o do “vote num careca e leve dois”) das manchetes do PiG (**).
4) Ligar para os colonistas (***) que chamam ele de “Serra”.
Enquanto isso, houve uma enchente em São Paulo que matou onze.
Como sempre, a culpa é da chuva.
A chuva abriu a cratera do metrô.
A chuva derrubou a viga do Robanel.
A chuva derrubou o Zé Pedágio nas pesquisas.
A chuva engarrafa o trânsito de São Paulo.
Os tucanos que governam São Paulo há 15 anos não podem controlar a chuva…
Agora, a Folha (a Folha ! (****)) revela que o Zé Pedágio não tem plano contra enchentes: pág. C1
“Cidade de São Paulo não fez diagnóstico nem apresentou ações de prevenção como prevê a lei federal que entrou em vigor há seis anos”.
Como diz um amigo meu: não fosse o PiG (**), esses tucanos de São Paulo não passavam de Resende.

Crédito
PHA