
Nada como uma Telebrás para levar as telefônicas a cumprir suas obrigações com presteza. Bastou o governo colocar a estatal em ação para executar o Plano Nacional de Banda Larga para a Oi anunciar hoje que vai antecipar em um ano o plano de universalização da banda larga no país.
O presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco, disse que a universalização é uma obrigação imposta pelo governo e que era razoavelmente simples de fazer. Ele disse que a antecipação não tem “nada a ver” com a reativação da Telebrás. Então tá, a gente finge que acredita. As telefônicas, lerdas em seus serviços e campeãs de reclamações dos usuários, decidiram mostrar eficiência de uma hora para a outra por nada.
Como já comentamos hoje, as teles perderam R$ 20 bilhões por anos só com a prestação de serviço de voz e dados para as administrações públicas federal, estaduais e municipais, assumido pela Telebrás, e se continuassem dormindo no ponto perderiam mais ainda. Essas empresas só funcionam sob pressão, que aliás é como deveriam funcionar já que lidam com concessões públicas.
O problema é que, no Brasil, o hábito é o concessionário pressionar e o Governo obedecer, não o contrário.
Fonte:Tijolaço


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