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quarta-feira, 30 de junho de 2010

O vice do Serra, segundo a vereadora do PSDB



Republico aqui, para que as pessoas se informem sobre o perfil do deputado Índio da Costa, novo – por enquanto – vice do Serra, o que diz dele a ex-líder do PSDB na Câmara quando ele era vereador.

O vereador índio da costa encarna à perfeição esse modelo de discurso democrático, prática autoritária. Em seu atual mandato, ele, ocupado com o exercício de secretaria municipal, poucas vezes foi trabalhar na Câmara para a qual foi eleito e quando foi, na presidência da Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização Financeira, nunca se interessou em conhecer o Orçamento, limitando-se a seguir a orientação ditada pelo prefeito.


Pior, mostrou, no cargo, profundo desprezo pelo debate democrático, pela participação popular. Que, aliás, não é favor, mas obrigação imposta tanto pela Lei Orgânica do Município quanto pela Lei de Responsabilidade Fiscal. A Comissão de Orçamento, sob o comando de índio da costa, não só deixou de tomar a iniciativa de convocar a sociedade para discutir o que lhe diz respeito, como ainda impediu os representantes de organizações sociais que compareceram, de fazer perguntas aos secretários chamados para as audiências públicas. “


O vice de José Serra é genro do ex banqueiro Cacciola, que está na cadeia

Deputado do DEM, Antonio Pedro de Siqueira Indio da Costa é casado com Rafaella Cacciola, filha do ex banqueiro Salvatore Cacciola atualmente cumprindo pena na cadeia do Rio de Janeiro

Entenda o caso do banco Marka e de Salvatore Cacciola

Sob a alegação de evitar uma quebradeira no mercado  no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB)--que acabou ocorrendo--, o BC vendeu dólar mais barato ao Marka e ao FonteCindam, ajuda que causou um prejuízo bilionário aos cofres públicos.

Dois meses depois, cinco testemunhas vazaram o caso alegando que Cacciola comprava informações privilegiadas do próprio BC. Sem explicações, Lopes pediu demissão em fevereiro.

A chefe interina do Departamento de Fiscalização do BC era Tereza Grossi, que mediou as negociações e pediu à Bolsa de Mercadorias & Futuros uma carta para justificar o socorro. O caso foi alvo de uma CPI, que concluiu que houve prejuízo de cerca de R$ 1,5 bilhão aos cofres públicos.

“Poste” é o vice do Serra




Como virou moda a mídia e seus bate-paus se dizerem “isentos”, estou à espera de que na Folha de São Paulo, no Estadão, no Globo ou na Veja da quinta-feira saiam “análises” chamando o deputado  índio da Costa (DEM-RJ)de “poste”, como fizeram com Dilma Rousseff por ela ter um currículo considerado pouco denso, digamos assim.

Um leitor deste blog que reiteradamente se mostra simpatizante de Serra e do PSDB e que comenta sem parar aqui, fez a seguinte pergunta: “Quem será que é Índio da Costa?”.

Boa pergunta. Ao saber que o tal Índio seria o vice de Serra, fui aos portais de internet. Descobri que é deputado de primeiro mandato e relator Do projeto “Ficha Limpa” na Câmara dos Deputados.
Eis seu currículo na Wikipedia:

O vice é o homem da merenda? Leia o próprio PSDB

O Blog do Noblat acaba de anunciar que o vice do Serra será o deputado Índio da Costa, do DEM. Apresenta-o como o relator do ficha-limpa. Mas não é bem assim. Ele foi um dos alvos da CPI na Câmara dos Vereadores que investigou superfaturamento e má-qualidade nos alimentos comprados para a merenda escolar, quasndo eu ainda era vereador. A CPI foi pedida pelo meu amigo e deputado Edson santos (PT) e relatada pela – atenção – vereadora tucana  Andrea Gouvêa Vieira. Vou transcrever o texto que está numa das páginas dela na internet, de onde tirei também a ilustração:


O relatório de Andrea concluiu que a licitação para a compra de gêneros alimentícios para a merenda, entre julho de 2005 e junho de 2006, realizada pela Secretaria Municipal de Administração e pela Secretaria Municipal de Educação, no valor de R$ 75.204.984,02, causaram prejuízo aos cofres públicos. 99% do fornecimento ficaram concentrados numa única empresa, a Comercial Milano, que apresentou uma engenhosa combinação de preços em suas propostas. A licitação ocorreu num único dia, mas foi dividida 10 coordenadorias de educação (CREs). O “curioso” foi que esta empresa ofertou preços diferentes para o mesmo alimento. O preço do frango da proposta da Milano, por exemplo, para Santa Cruz, era cerca de 30 % mais caro do que o preço ofertado para Campo Grande. Detalhe: em Santa Cruz a Milano não teve concorrentes e em Campo Grande sim. Como ela soube da falta de concorrentes, um mistério. E a Prefeitura aceitou isso! Pagou à mesma empresa, pela mesma mercadoria, preços muito diferentes. Essa foi a característica geral dessa licitação: uma combinação de preços que otimizaram os ganhos de uma única empresa fornecedora em prejuízo dos cofres públicos.

José Serra pede proibição de música do Ultraje a Rigor por causa da frase "mulher pra presidente"

Representantes do PSDB nacional entraram semana passada junto ao TSE com um pedido de proibição da música "Eu gosto de mulher", da banda paulistana Ultraje a Rigor, durante o período de campanha eleitoral. A música, que fez sucesso  e foi gravada  no  final dos anos 80, faz em determinado momento a seguinte citação: "Mulher dona-de-casa, mulher pra presidente".Para Sérgio Guerra, a medida é preventiva, ou seja, estão entrando no TSE agora, para evitar que Dilma use a música durante a eleição

O partido acredita que a música caracteriza propaganda para a candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, principal concorrente do partido tucano, e deve ser proibida de tocar nas rádios  e TVs brasileiras durante o período de eleição. "É um absurdo, temos que ficar de olho neste tipo de propaganda discreta" - disse Sérgio Guerra, presidente do PSDB - "é preciso ter atenção, pois detalhes como este ficam na mente do eleitor e influenciam no momento do voto", completou em tom repreendedor.

Caso não consiga censurar a reprodução da música nas rádios, o PSDB do José Serra  pretende sugerir a substituição da frase por outra que não faça apologia a candidata - que dispute as eleições deste ano.

O PT se manifestou dizendo que não tem nenhuma ligação com a banda. Em nota à imprensa, o partido diz se tratar "de uma feliz coincidência".

Veja abaixo a letra da música que causou polêmica e ira dos tucanos:



O último a sair apaga a luz

                                 Barrado no baile, o DEM manda tirar cadeiras de sua convenção

Depois que os tucanos escolheram Álvaro Dias como vice de Serra, a convenção do DEM, que já não seria grandes coisas, esvaziou ainda mais. Hoje, funcionários do hotel onde acontecerá a convenção, em Brasília, retiraram 100 das 300 cadeiras do auditório, já que a expectativa é de audiência minguada.  Pelo menos é o que registra a Folha de S.Paulo.

A única coisa que restava ao DEM era indicar o vice da aliança que integra há 16 anos, mas com a rasteira que levou dos tucanos, a convenção só serve para ver se tem peito de romper com o PSDB e tomar outro caminho.

Serra incluiu o encontro na sua agenda, mas não sabe se será bem-vindo. Fernando Henrique Cardoso, chamado para apagar o incêndio entre os dois partidos, disse que o acordo dependia de amadurecimento, mas o entendimento entre as partes amadureceu tanto que caiu de maduro. Ao fim de um encontro hoje em São Paulo, não houve acordo.

Fonte: Tijolaço

Depois de "fritar" o DEMos, Serra "frita" Alvaro Dias

José Serra (PSDB/SP) "desconvocou" Alvaro Dias (PSDB/PR) para vice, na tarde de hoje:

"Tem muitos (nomes), está mais difícil do que convocação da Seleção. Mas estou convencido de que vai ter uma boa solução, como sempre estive", disse Serra durante entrevista à Miriam Leitão, para a Globonews.

Questionado se a indicação do senador poderia significar o comprometimento da vitória nas eleições, como declarou o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), Serra desconversou:

“Não ouvi a declaração, que me parece não estar bem clara. Às vezes, você faz um encaminhamento e, na prática, é outro resultado. Houve algum problema de desinformação, de aceleração das coisas, mas isso é normal na política... A ideia é agregar votos e a sugestão feita é uma que agregaria votos.”

Diante da insistência da jornalista em saber sobre a definição de um nome, Serra dissimulou:

“Estamos conversando e não estou levando isso (a escolha do vice) diretamente. Não estou junto das pessoas agora e nem tenho informações mais recentes”.

Na reunião do DEMos com os tucanos, também na tarde desta terça-feira, até o senador José Agripino Maia (DEMos/RN), que vinha adotando o tom mais moderado entre os DEMos, saiu desenganando a candidatura de Alvaro Dias:

– É preciso zerar o jogo. Recomeçar as conversas como se nada houvesse sido decidido ou discutido antes. (Do R7 e UltimoSegundo)

Fonte: Os Amigos do Presidente Lula

Extra! Chamaram o síndico FHC pro barraco do vice!

A Folha acaba de anunciar que Fernando Henrique Cardoso foi chamado às pressas para resolver o impasse criado pela indicação do vice de José Serra. Segundo o jornal, ” como FHC estava em viagem ao exterior, ele ainda está se interando da situação para a reunião, que ocorre na véspera da convenção nacional do DEM. O ex-presidente acredita numa solução para o impasse, embora ainda não tenha uma engenharia para o caso.”


Engenharia? No momento está mais para medicina ou, quem sabe, para milagre. A candidatura de Serra, afundando, começa a perder aliados. Agora há pouco, também, o PSC – que tem 16 deputados federais -  anunciou que trocou o apoio ao tucano por uma tardia adesão a Dilma Rousseff. Segundo a colunista Berenice Seabra, do jornal Extra, do Rio, a decisão deve ser anunciada hoje à noite ou amanhã de manhã.

Fonte: Tijolaço

Álvaro Dias pressiona Serra .Virou palhaçada

Ainda sob a pressão do DEM, que ameaça deixar a aliança caso não indique o vice, a cúpula da campanha de José Serra (PSDB) agora está sendo pressionada pelo próprio indicado ao posto, senador Álvaro Dias (PSDB), que, em entrevista ao JT, deu um ultimato para que sua candidatura seja homologada. “Se eventualmente no dia 30 a minha candidatura não for homologada, ele (o irmão, Osmar Dias, do PDT) será candidato ao governo do Paraná”, disse, referindo-se ao pedetista, que, se candidato, dará palanque a Dilma Rousseff (PT) no Estado. Abatido, Osmar Dias quer antecipar para hoje a decisão. “Tem que haver (uma solução hoje). Tem que decidir porque não se aguento mais. Eu, principalmente, estou desgastado demais com esse troço”.

Álvaro Dias, que prefere ser candidato ao governo paranaense, diz ter se sentido encurralado com a indicação do irmão, com quem tem um pacto, de não disputarem eleições um contra o outro. “Eu já vinha como candidato a governador, estava com a aliança pronta, para anunciar, quando surgiu isso. Eu não tinha conseguido uma aliança, de repente ela apareceu na segunda-feira em Brasília, na terça e quarta nós fechamos, na quinta veio a notícia e aí embaralhou tudo”, afirmou para o Jornal da Tarde.
 

terça-feira, 29 de junho de 2010

FHC tentou pular do barco, mas foi chamado de volta

                                           Não adianta fugir, carrega que o filho é teu

O Conversa Afiada reproduz texto publicado pelo Tijolaço, de Brizola Neto:

Extra! Chamaram o síndico FHC pro barraco do vice!

A Folha acaba de anunciar que Fernando Henrique Cardoso foi chamado às pressas para resolver o impasse criado pela indicação do vice de José Serra. Segundo o jornal, ” como FHC estava em viagem ao exterior, ele ainda está se interando da situação para a reunião, que ocorre na véspera da convenção nacional do DEM. O ex-presidente acredita numa solução para o impasse, embora ainda não tenha uma engenharia para o caso.”

Engenharia? No momento está mais para medicina ou, quem sabe, para milagre. A candidatura de Serra, afundando, começa a perder aliados. Agora há pouco, também, o PSC – que tem 16 deputados federais -  anunciou que trocou o apoio ao tucano por uma tardia adesão a Dilma Rousseff. Segundo a colunista Berenice Seabra, do jornal Extra, do Rio, a decisão deve ser anunciada hoje à noite ou amanhã de manhã.

FHC é convocado para resolver o vice de Serra

Não riam, porque não é piada. Em meio à crise deflagrada pela escolha do vice de José Serra (PSDB/SP), os demo-tucanos recorreram à FHC para tentar juntar os cacos do quebra-pau.

FHC recebeu em seu apartamento, pela manhã, Sergio Guerra (PSDB/PE), e de tarde, os dois chegaram ao Hotel Emiliano, nos Jardins, da capital paulista, para uma reunião com os dirigentes do DEMos.

Só falta o ex-presidente ser ungido à condição de vice de Serra, para "unificar" a oposição.

Fonte: Amigos do Presidente Lula

A eleição que foi à Copa


A situação política na América do Sul é uma bola. Talvez por isso a disputa eleitoral entre PT e PSDB tenha ido à África. Sim, porque está em curso um fenômeno que jamais vi, por mais que já tenha visto muita coisa nesta terra surpreendente.

Não é que essa aliança estapafúrdia entre um partido e os maiores grupos de mídia do país conseguiu politizar a Copa do Mundo? Aliás, o que é que a direita brasileira não consegue politizar, em tempos de desespero eleitoral?

Tudo começou quando tiveram a brilhante idéia de externar a possibilidade de a sensação de bem-estar do brasileiro diante de uma economia nacional que passou sob a crise financeira internacional como o Brasil passou sobre o Chile – ou seja, como um trator – vir a aumentar em caso de conquistarmos o hexacampeonato mundial de futebol masculino.

Enquanto isso, o técnico da Seleção Brasileira, Carlos Caetano Bledorn Verri, mais conhecido como Dunga, decide peitar a Globo.

Vox Populi: Dilma 40% x 35% Serra

Pesquisa Vox Populi que acaba de ser divulgada confirma Dilma Rousseff com 40% das intenções de voto para presidente contra 35% de José Serra. O resultado é exatamente o mesmo do apontado pelo Ibope, semana passada. Marina Silva tem 8%.

Dilma também lidera na pesquisa espontânea, com 26% contra 20% de Serra. A pesquisa foi feita de 24 a 26 de junho com 3.000 eleitores. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. Na última pesquisa Vox Populi, em maio, Dilma tinha 38% e Serra, 35%. Em um mês, Dilma subiu dois pontos percentuais e Serra ficou parado nos 35%, mesmo com a superexposição que teve na TV.

Fonte: Tijolaço

O tamanho do erro da Folha pode ser um prejuízo de pelo menos US$ 5 milhões

Quando a gente alerta sobre a má qualidade do jornalismo da Folha de São Paulo, da publicação de fichas falsas, matérias deturpadas, ditabrandas, muitas pessoas da elite demo-tucana acham que é coisa de "lulistas".

Pois hoje a Folha cometeu um erro contra um dos maiores grupos empresariais do país: o Pão de Açúcar, dono da rede de supermercados com a marca Extra.

Para valorizar a marca, o grupo se tornou um dos patrocinadores oficiais da CBF. Na época falou-se em cifras da ordem de US$ 5 milhões pelo contrato. Obviamente o auge da divulgação da marca é agora na Copa do mundo.

Hoje, a Folha publicou o anúncio errado da marca, como se o Brasil tivesse perdido na Copa (veja a nota abaixo), que levou a toda estratégia de marketing do Extra por água abaixo. Agora vai dar trabalho consertar a lambança.

A agência responsável pela campanha publicitária do Extra deve ter preparado dois anúncios. Um para a vitória, e outro para o caso de derrota, se o pior acontecesse. A Folha publicou a errada, a da derrota, no dia que o Brasil ganhou.

Agências de publicidade cuidam da imagem das empresas, e até é natural que façam um plano B para se tudo der errado, numa campanha tão grande, com custos tão elevados. Mas é coisa para ficar guardada a sete chaves, e nem tocar no assunto fora da equipe de profissionais envolvidos.

Fica muito mal perante uma torcida apaixonada por futebol como a brasileira, só de ficar sabendo que este anúncio alternativo existia pronto para ser usado. Em termos de imagem institucional, se não consertarem muito bem a lambança, pode ter provocado mais estragos do que se não patrocinado nada.

Fonte: Amigos do Presidente Lula

Abilio Diniz condena Folha (*): erro inadmissível

                                                                 E agora, Folha (*) ?

Depois da Folha (*) ter decretado a derrota da Seleção Brasileira, veio a retaliação.

E veio de cima, de Abílio Diniz, presidente do conselho de administração do Grupo Pão de Açúcar, do qual o Extra faz parte.

Abilio publicou em seu twitter:

Ontem o Brasil fez seu melhor jogo na #Copa. Infelizmente, a Folha de SP cometeu um grave erro com o anúncio do Extra, o que é inadmissível.
Estou ao lado dos que se indignaram com o anuncio publicado erroneamente pelo jornal.
Não compartilhamos com a impunidade e tomaremos as providências, que não eliminarão o erro, mas irá responsabilizar os culpados.
Como Pres. do Conselho de Adm. do GPA peço desculpas, em meu nome e do Grupo, aos brasileiros e, principalmente, aos jogadores da seleção    


Fonte: Conversa Afiada

(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um  comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

Folha tenta superar Globo como “mico da Copa”

A Folha, que adora ficar achando defeito nos outros, pisou na bola, hoje, publicando um anúncio dos Supermercados Extra que “se despedia” da Seleção brasileira na Copa.

Trocaram os anúncios, que são entregues em versões para cada situação. Perfeitamente normal e humano, como o próprio mercado classificou na nota publicada no R7.  Aliás, a Folha publicou também na edição de hoje um anúncio, na página 32, da Rádio Transamérica convidando os leitores a ouvirem, acreditem, o jogo de ontem!


Tudo bem, isso acontece. Mas é bom para a Folha tirar um pouco a máscara de perfeição, de quem fica apontando impiedosamente  qualquer defeito nos outros.

PS: Tem também um anúncio da Band no caderno da Copa, da Folha, dizendo que a audiência da emissora cresceu 57%.  Esse deve estar certo.

Fonte: Tijolaço

Alvaro Dias queimou-se com os demos quando declarou: “DEM é um partido mensaleiro”

E as penas continuam voando, no quebra-pau demo-tucano ...

No domingo pela manhã, o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) ligou para o presidente do DEMos, deputado Rodrigo Maia (RJ). Foi para dizer que não tinha dito que o “DEM é um partido mensaleiro”, como publicado no sábado. “Eu não falei”, disse Álvaro.

A resposta de Rodrigo: “Álvaro, eu não conheço você. Agora, meu assessor, que trabalha há muitos anos comigo, já tinha me contado que ouviu você fazer aquela afirmação numa roda de jornalistas no Senado. E, Álvaro, prefiro acreditar no meu assessor do que em você”.


É o que conta a coluna de Ilimar Franco. Isso explica mais ainda a resistência dos DEMos. Rodrigo Maia (DEMos/RJ) considera inegociável outro nome para vice, e diz falar por 70% do DEMos.

Até mesmo o pragmático Jorge Bornhausen (DEMos/SC), na reunião de ontem à noite que varou a madrugada, alertou Serra para o risco de derrota na convenção do DEMos. Participantes da reunião vazaram que Bornhausen fez as mais contundentes críticas à indicação de um vice tucano.

Fogo-amigo: DEMos sugerem Pimenta da Veiga como alternativa

Sabendo que Serra não aceita o nome de Pimenta da Veiga (PSDB/MG), a quem responsabiliza, em parte, pela derrota em Minas na eleição de 2002, além da ligação com Marcos Valério no mensalão tucano de Eduardo Azeredo (PSDB/MG), uma ala moderada do DEMos ofereceram a alternativa de apoiar o nome de Pimenta.

Fonte: Amigos do Presidente Lula

Dilma desafia a Folha: Cadê as provas ? Cadê o áudio do grampo ?

                                  Dilma falou no “marco regulatório” e o PiG se calou

No programa “Roda Morta” (clique aqui para ver um trecho), o funcionário da Folha (*) tentou imprensar a Dilma Rousseff sobre os dois dossiês da Folha (*): o dossiê sobre a relação da filha do Serra com a irmã do Dantas; e sobre o Imposto de Renda de um grão tucano, Eduardo Jorge.

Dilma deu o troco.

Exigiu que a Folha mostrasse as provas de que os dois dossiês saíram da campanha dela.

Dilma disse que processou o Serra, quando fez a acusação.

E só não processou a Folha, porque respeita o direito de a Folha resguardar a fonte.

Mas, exigiu: cadê as provas ?

Ou seja, cadê o áudio do grampo ?

Dilma disse: numa democracia não se aceita acusação sem prova.

Para ficar claro: o tal dossiê sobre a filha do Serra não é dossiê nenhum, mas um livro que o jornalista Amaury Ribeiro Jr vai lançar logo depois da Copa.

Clique aqui para ler sobre o “Livro que aloprou o Serra”.

O livro vai se chamar “Os porões da privataria”.

A “privataria” do Governo FHC/Serra que, entre outras coisas, transformou o Daniel Dantas em “brilhante”, e vendeu a Vale na bacia das almas, por pressão do Ministro do Planejamento José Serra.

É a privataria que será descrita pelo Amaury.

E vai deixar o Serra nu.

E, antes de ficar nu, Serra, com a Folha (*), acusou a Dilma de cumplicidade com o tal dossiê do dossiê do dossiê.

E terá que responder por isso na Justiça.

E o mais importante, além da provocação do funcionário da Folha (*):
Dilma disse que não se podem criar obstáculos à liberdade de imprensa, opinião, expressão e organização.

Nisso, não se toca – disse ela.

Agora, sobre um novo “marco regulatório” para a mídia, isso é um assunto de controle público, e não privado – disse ela.

Ou seja, Dilma não repudiou fazer, como a Cristina Kirchner, uma “Ley de Medios”.

Ou seja, estabelecer controle público sobre a mídia.

Através de uma lei publicamente discutida.

Como de hábito, os jornalistas do PiG (**) fingiram não perceber o que ela disse.

Mas a Dilma sabe que muita gente percebeu.

Como este ordinário blogueiro.


(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um  comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

(**) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

Dilma "nocateou" intelectualmente o "Agripino" da Folha



No programa Roda Viva, o jornalista Sérgio Dávila, da Folha de São Paulo, teve seu dia de José Agripino Maia (DEMos/RN).

Fez uma pergunta provocativa e insolente (porque repetida), se Dilma teria encomendado "dossiê", e recebeu uma resposta à altura.

Dilma Rousseff desafiou a Folha a provar o que escreve, e trazer a público os papéis que a Folha não mostra e diz que é "dossiê". O suposto dossiê nunca apareceu, ela nunca viu, e nem sabe se existe. Dilma disse ter ouvido falar, pela própria imprensa, da existência de reportagem de Amaury Ribeiro Junior.

Dilma disse que estas acusações levianas estão sendo respondidas com processos contra quem acusa (sem citar o nome de Serra, que está sendo processado). Só não processou a Folha porque enquadra-se na liberdade de imprensa, com o álibi da proteção da fonte.

O jornalista tentou insistir para que Dilma relesse a reportagem, e Dilma reafirmou que já leu várias vezes, e confirmou que as acusações são infundadas, insistindo para que o jornal apresente provas.

Fonte: Amigos do Presidente Lula

Um ano após queda de Zelaya, crise política ainda perturba Honduras

Um ano depois da deposição do presidente de Honduras, Manuel Zelaya, o governo do país liderado por Porfírio Lobo ainda luta para conquistar legitimidade e solucionar a crise política interna que se arrasta desde 28 de junho do ano passado.

Lobo, eleito em novembro com a promessa de resolver o impasse, é alvo de críticas de grupos de defesa dos direitos humanos e enfrenta a pressão da oposição, que defende a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte.

Pouco antes de viajar à Africa do Sul para acompanhar a Copa do Mundo, Porfírio Lobo disse ter conhecimento de uma conspiração para retirá-lo do poder, assim como ocorreu com seu antecessor.

"Sabemos muito bem quem são eles e tenho todas as informações. Querem pegar o presidente da República", disse o líder hondurenho.

No âmbito internacional, o Brasil e os países da Unasul (União das Nações Sul-Americanas) - com exceção de Colômbia e Peru - resistem em aceitar a reincorporação de Honduras à Organização dos Estados Americanos (OEA), de onde o país foi expulso após a queda de Zelaya.

A dama de veludo



Ex-dama de ferro – ao menos no dizer da imprensa do PSDB –, Dilma Rousseff, no Roda Viva que foi ao ar pela TV Cultura na noite de segunda-feira, esteve mais para dama de veludo. Diante das provocações até mal-educadas de ao menos dois entrevistadores – como não poderia deixar de ser, o da Folha de São Paulo e o do Globo – soube controlar, de uma forma surpreendente, uma irritação esperável diante de gente que estava ali para provocá-la.

Germano Oliveira, chefe de redação de O Globo, e Sergio Dávila, editor-executivo da Folha de São Paulo, fizeram, respectivamente, duas perguntas evidentemente talhadas para desestabilizar emocionalmente a candidata do PT à Presidência. O primeiro perguntou, na lata, se ela se considerava um “poste”, e o segundo, se ela mandara fazer um dossiê contra o adversário José Serra.

Ex-donos da verdade incomodados: Ataques à blogosfera demonstram o desespero da direita

Eu fico cada dia mais feliz ao ver como a importância da blogosefera independente vem crescendo no Brasil no sentido de apresentar o contraponto às mentiras e distorções publicadas como "verdades únicas" pela imprensa corporativa e de formar opinião de quem busca honestidade e ética na defesa de uma ideologia, de um governo ou de políticos.

Não é à toa, portanto, que a blogosfera vem sendo alvo de ataques cada vez mais furiosos dos assessores de imprensa dos partidos de direita (PSDB, DEMo e afins) que atuam na imprensa corporativa travestidos de editores, articulistas e colunistas "isentos" e também de seus fiéis escudeiros infiltrados no Judiciário que tentam de forma arbitrária e imoral censurar blogs e intimidar seus autores.

Quanto mais o candidato José Serra da aliança conservadores/neoliberal afunda nas pesquisas, mais os seus capitães do mato caluniam e ofendem de forma genérica os blogueiros assumidamente de esquerda, que defendem o governo do presidente Lula e apoiam sua candidata, a ex-ministra Dilma Rousseff.

Vídeo espetacular: no que deu a campanha do Serra

                                                                           Vai tudo para o burac




Fonte: Conversa Afiada

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Guerra admite que Serra perdeu a “idem”

É, meus amigos, como eu disse ontem, hoje ia ser um dia de emoção e suspense no arraial do tucanato. Os “homi” não estão segurando os nervos e hoje foi a vez do Presidente do PSDB, Senador Sérgio Guerra, admitir, em entrevista à rádio CBN, que teme que o episódio da briga com o DEM tenha comprometido as possibilidades de vitória de José Serra nas eleições de outubro.

- Temo que tenhamos neste episódio atuado para comprometer a nossa vitória. Não é a questão de um partido ter o apoio do outro. Já votamos com os democratas, e os democratas votam conosco há muitos anos. O problema é ter unidade, tranquilidade, e uma solução construtiva da luta que enfrentaremos.

Francamente, uma declaração destas, só ficaria pior se Guerra atirasse publicamente a toalha. Depois ele reclama daquele adjetivo com que foi brindado pelo presidente Lula.

Fonte: Tijolaço

Laurindo Leal Filho, Dunga e a internet: O povo não é bobo…

O povo não é bobo…

A combinação Dunga-internet está prestando um serviço inestimável à nossa sociedade. Permitiu que o grito reprimido na garganta durante tanto tempo ganhasse novos caminhos e, acima de tudo, encontrasse eco tornando-o cada vez mais forte. São caminhos sem volta.

Laurindo Lalo Leal Filho, na Carta Maior


A arrogância com que a Rede Globo sempre tratou a sociedade brasileira tem volta. Basta uma oportunidade e toda a humilhação suportada pelo público durante mais de 40 anos vem à tona. É o que explica a reação imediata, realizada através da internet, ao editorial veiculado pela emissora na noite de domingo contra o técnico Dunga.

Trata-se do episódio mais recente de uma série iniciada lá no final dos anos 1970 e, ao que tudo indica, não acabará tão cedo. “Cala boca Galvão” ou “Cala a boca Tadeu (o jornalista que se prestou a servir de voz do dono)” são as versões modernas e futebolísticas do famoso “O povo não é bobo, fora a Rede Globo”, ouvido pela primeira vez nas ruas de São Bernardo e no estádio da Vila Euclides, durante a greve dos metalúrgicos do ABC, em 1979.

O dinheiro que financia oposição a Chavez

O site da “Revista Forum” publica artigo esclarecedor de Eva Golinger, sobre a forma de financiamento da oposição na Venezuela. Nos anos 70 e 80, muita gente achava que era “paranóia” acusar a CIA de interferir nos assuntos brasileiros. Depois, com a abertura dos arquivos,  comprovou-se que a interferência aconteceu.

Na Venezuela,  não é preciso usar diretamente a CIA. Há entidades com jeito de ONG, mas que não passam de braços dos setores mais conservadores da politica dos EUA, a financiar a oposição a Chavez. Confiram – http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/NoticiasIntegra.asp?id_artigo=8426.

AGÊNCIAS INVESTEM MILHÕES NA OPOSIÇÃO VENEZUELANA – por Eva Golinger

Um relatório preparado pelo Instituto FRIDE, da Espanha, com financiamento e apoio da Fundação Nacional para a Democracia (National Endowment for Democracy – NED) e pelo Movimento Mundial para a Democracia (entidade criada pela NED), revela que distintas agências internacionais investem entre 40 e 50 milhões de dólares em setores da oposição na Venezuela a cada ano.

 Segundo o relatório, que foi publicado em maio de 2010, os fundos multimilionários estão exclusivamente orientados para fins políticos e incluem grandes contribuições para partidos políticos venezuelanos, como Primeiro Justiça, Um Novo Tempo e Copei.
 

Depois de Jefferson, outro reforço para Serra: Roriz

Quando vi esta foto hoje na Folha me lembrei do que li na coluna do Jorge Bastos Moreno, no sábado, e achei que devia trazer para cá, não apenas pelo bom-humor do colunista como pela crua constatação de que certas somas, na verdade, subtraem.

A adesão de Roriz é outra situação bem semelhante ao apoio de Roberto Jefferson.

Pena que o José Roberto Arruda foi “cortado” da “seleção” serrista.

De qualquer forma, o time tucano está, digamos, adquirindo um padrão de jogo.

“A vida imita a arte
Nessa especulação do vice de Serra, acho que não ficou de fora nenhum brasileiro, nem o Dunga.
Por isso, eu não quero estar na pele de Álvaro Dias ou de qualquer outro que venha a ser confirmado.


O vice de Serra deve estar se sentindo a última pessoa da face da Terra. E é!


Puxando pra baixo
Sou levado a acreditar que Roberto Jefferson está na campanha de Serra a mando do PT. Na TV, ao lado de Serra, e depois porta-voz do anúncio do vice, ele mostrou ser homem forte do candidato.


Euforia
Não tenho nada contra o Jefferson, não provo nada contra ele. Não quero briga.

A conclusão de que ele não ajuda Serra, eu tiro pela reação do comitê da Dilma.


Quando Serra apareceu com Jefferson na TV, os marqueteiros gritaram: “Goool!!!”.


Ontem, quando os sites manchetavam “Roberto Jefferson anuncia vice de Serra”, os mesmos caras gritaram: “Dois a zero”.


Festejando a Copa é que não estavam.”



Fonte: Tijolaço

A debandada da CBN

Em meados do ano passado, alertava aqui que José Serra não teria envergadura para encarar essa campanha. Foram muitos posts, dois particularmente duros com Serra, mas mostrando a realidade. Nesse período todo, era apresentado pelos colegas da velha mídia como calculista, estrategista, gestor etc. Tudo isso antes da bola rolar em campo.
Antes do jogo começar, ainda no aquecimento o esquadrão desmorona. O que causa surpresa é o auto-engano em que se meteu esse pessoal. Serra é fruto exclusivo do apoio que recebeu da velha mídia. Velhas raposas do DEM, que ousaram mostrar - meses atrás - que Serra era uma fria, foram isoladas no partido. Colegas tinham até receio de cumprimentá-los com medo de incorrer na ira de Serra. Era claro para quem tivesse um mínimo de discernimento, que Aécio era a única chance do PSDB. Os mesmos analistas que ajudaram a sepultar sua candidatura se surpreendem em constatar - tardiamente - que colocaram um candidato não competitivo em campo.


Fonte: Nassif

Cena política deixa Serra sem lugar de novo, diz pesquisador

                                                           O lugar de Serra. Foto: Google



O homem errado na situação errada. É assim que o professor Marcus Figueiredo, do Instituto Universitário de Pesquisa e Pós-graduação do Rio de Janeiro (Iupperj), ligado à Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), analisa o desafio enfrentado pelo candidato do PSDB, José Serra, na corrida pela presidência da República. “O jogo político colocou-o fora de lugar duas vezes. Esse é o principal problema dos tucanos”, analisou Figueiredo.

De acordo com ele, em 2002, a população queria uma mudança, tanto que o tucano embalou sua campanha com o jingle “A mudança é azul”. Mas como foi ministro da Saúde do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso estava ligado demais a um governo com pouco apoio da população – em pesquisa do Datafolha, em outubro de 2002, apenas 26% dos entrevistados consideravam o governo de FHC “ótimo ou bom” e 32% o consideravam “ruim ou péssimo”.

Hoje, o momento é outro, aponta Figueiredo, e os brasileiros dão sinais de que querem continuidade. Em consulta feita pelo Ibope neste mês, além da candidata do PT, Dilma Rousseff, aparecer na frente com quase seis pontos percentuais de vantagem (Dilma teria 38,2% das intenções contra 32,3% de Serra), Lula tem índice recorde de popularidade – cerca de 75% das pessoas consultadas consideram o governo “bom ou ótimo” e apenas 3% avaliam como “ruim ou péssimo”.

Serra e a surra da Jabulani !

                                                        Até tu, Aecius?


Luiz Cláudio Cunha: a flacidez moral de Serra

O texto abaixo, do jornalista e escritor Luiz Cláudio Cunha, além de ser uma análise brilhante do nosso momento eleitoral, teve o cuidado de incluir entre as torcidas nacionais mencionadas a do glorioso Esporte Clube Bahia. Apenas por isso, já mereceria figurar no espaço deste blog.

Serra e a surra da Jabulani!
Por Luiz Cláudio Cunha, no Blog do Noblat


Se a eleição fosse a Copa do Mundo, o placar desta semana mostraria que José Serra tomou um banho de jabulani − pelas costas e pelo meio das pernas − e viu seu time emplumado despencar do poleiro, goleado fragorosamente pela equipe da adversária Dilma Rousseff.

O placar impiedoso do último Ibope – Dilma 40, Serra 35 – é a primeira virada do PT no jogo bruto da sucessão. Menos pelas virtudes do time petista, mais pelos erros clamorosos do esquadrão tucano.

O problema maior de Serra, que ainda não tem equipe escalada e nem esquema de jogo, não é a adversária que já se fardou para a partida. O problemão de Serra nem vai entrar em campo, mas pode decidir o jogo ainda no primeiro tempo: a encrenca é Lula, o dono da bola, do time, do discurso e da candidata do PT, que surfa na aprovação pessoal de 85% da torcida brasileira.

Nesta segunda, capítulo novo na novela do vice

Meus amigos, preparem-se. Amanhã (hoje) o dia será de fortes emoções no arraial serrista. Até agora, 1:45h, até do twitter Serra se escafedeu. Mas o DEM partiu para cima. A rede está cheia de políticos demos indicando vices, desde Cesar Maia a Demóstenes Torres.

De manhã, O Globo estará nas bancas narrando uma reunião na casa do presidente nacional do DEM, Rodrigo Maia. Estavam presentes, além de Rodrigo e do ex-prefeito do Rio Cesar Maia, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, o ex-presidente do DEM, Jorge Bornhausen, o líder da legenda na Câmara, Paulo Bornhausen (SC), o líder no Senado, José Agripino (RN), o deputado José Carlos Aleluia, a ex-vice-governadora do Pará Valéria Pires – como Aleluia, cotada para ser vice de Serra – e os deputados Antonio Carlos Magalhães Neto (BA) e Carlos Melles (MG).

“No encontro, duas teses foram discutidas. Um grupo defendia o rompimento da aliança, caso não tenham a vice. Outro, mais moderado, preferia tentar conversar com Serra para lhe dar chance de mudar de ideia. Prevaleceu essa segunda visão”, diz o jornal

E segue: “na reunião, segundo relatos, Cesar Maia resumiu o clima. Em sua avaliação, segundo participantes do encontro, a eleição foi perdida no momento em que o candidato escolhido foi Serra, e não o ex-governador mineiro Aécio Neves. Para os demistas, não se ganha a eleição presidencial pelo Paraná, numa alusão ao estado do senador Álvaro Dias. Ex-líder do DEM na Câmara, Onyx Lorenzoni (RS) tem a mesma opinião”.

Acho difícil uma sublevação da cúpula do DEM se confirmar. Mas ela serve como “habeas corpus” preventivo para os dirigentes não ficarem mal com a debandada das bases.

Fonte: Tijolaço

Bom demais para ser verdade

As principais lideranças políticas paranaenses, ainda estão vendo a indicação de Alvaro Dias (PSDB/PR) com forte cheiro de blefe.

Até agora o PSDB não emitiu nenhuma nota oficial confirmando ou não o senador tucano na vice.

Serra emitiu apenas sinais, mas não deu nenhuma declaração que confirme de fato o nome do vice. Depois de 3 dias do vazamento da notícia, a falta de confirmação começa a soar como fritura do nome de Alvaro Dias.

Ao mesmo tempo, Osmar Dias (PDT/PR), ainda se mantém na posição de pré-candidato a governador, à espera de confirmação ou não do nome do irmão como vice. Se fosse líquido e certo a candidatura de Alvaro, Osmar já teria retirado a candidatura em definitivo.

Muitos estão vendo a vice-candidatura como factóide, com objetivo de fustigar e dividir o palanque de Dilma no Paraná, e negociar com o DEMos um nome para vice, mais ao agrado de Serra. Alvaro Dias é conhecido na política local e nacional por produzir factóides. Ele tem mais 4 anos de mandato garantido no Senado, e não tem nada a perder emprestando seu nome a este factóide, mesmo sofrendo fritura. Pelo contrário, é uma forma de valorizar seu prestígio político perante os paranaenses, mesmo que não dê certo, no estilo "fui convidado e recusei para não desunir".

No final das contas, uma jogada esquisita, pois fustigou mais os ânimos dos demos em todos os outros estados do Brasil, e gerou reações públicas desgastantes para Serra.

Fonte: Amigos do Presidente Lula

Presidente dos tucanos também joga Serra às feras

                                                                        Guerra dá o beijo da morte

Clique aqui para ir ao áudio na CBN.

Clique aqui para ir ao blog ‘Os Amigos do Presidente Lula’:


Depois de FHC, agora é Sérgio Guerra que admite que o Serra vai perder a eleição

Primeiro foi Fernando Henrique Cardoso que declarou a colunista Mônica Bergamo, que José Serra não vai vencer a eleição presidencial.


Agora, o senador e presidente do PSDB, Sérgio Guerra, admitiu ao jornal de oposição ao governo Lula, O Globo, que José Serra e Álvaro Dias perderão as eleições

Sérgio Guerra admite que impasse sobre vice de Serra pode comprometer vitória do PSDB

O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), admitiu nesta segunda-feira, em entrevista à rádio CBN, que a vitória do partido nas eleições presidenciais deste ano pode ter sido comprometida com a negativa do aliado DEM em apoiar o nome do senador Álvaro Dias (PSDB-PR) para a vice-presidência na chapa encabeçada por José Serra. Para Guerra, a principal questão é a falta de unidade.

- Temo que tenhamos neste episódio atuado para comprometer a nossa vitória. Não é a questão de um partido ter o apoio do outro. Já votamos com os democratas, e os democratas votam conosco há muitos anos. O problema é ter unidade, tranquilidade, e uma solução construtiva da luta que enfrentaremos – apontou Guerra.

No último domingo, o presidente do DEM, Rodrigo Maia, defendeu o rompimento da aliança caso a legenda não possa indicar o vice. Nesta segunda-feira, Maia deve se reunir em São Paulo com Serra para dar um ultimato: ou o PSDB desiste da chapa puro-sangue ou haverá o risco de o DEM ficar fora da coligação.

Guerra ressaltou ainda que o impasse pode afetar as alianças estaduais:

Os encaminhamentos estaduais seguem seus cursos, mas ninguém pode pensar que não havendo entendimento geral vá se ter entendimento local com a facilidade que se tinha antes.



Fonte: Conversa Afiada 

Esqueceram de mim

Ontem foi o senador Tasso Jereissati, na convenção do PSDB cearense; hoje,  a governadora Yeda Crusius, na convençãodo mesmo partido no Rio Grande do Sul quem esqueceu de citar José Serra durante o discurso.Em Minas, Serra recebeu apenas uma magra citação no discurso de Aécio Neves.

Parece que há uma “epidemia” de amnésia entre os tucanos. E quem quiser escrever para conferir, que escreva: vai aumentar rapidamente o número de “esquecidos” entre os partidos aliados a Serra.

Uma coisa são os caciques nacionais, agarrados em disputas pela indicação de vice, que pode render prestígio e posições. Outra, os candidatos locais, que precisam ir atrás dos votos e já sabem que estes não lhes serão transferidos por Serra.

Não se surpreenda com o que vai acontecer de agora até outubro.
Fogo de morro acima e candidato que vai morro abaixo, é difícil segurar.

E ninguém duvide que Geraldo Alckmin esteja se preparando para soprar aquele famoso prato que se come frio.

Fonte: Tijolaço

domingo, 27 de junho de 2010

Até Yeda esquece que Serra existe

Na convenção do PSDB que referendou a candidatura da governadora gaúcha Yeda Crusius à reeleição, o candidato tucano à presidência da república, José Serra, só esteve presente mesmo em banners espalhados pelo auditório da Assembleia Legislativa, em Porto Alegre. Serra, que não compareceu ao evento tucano no Rio Grande do Sul, foi esquecido até mesmo no discurso de Crusius para as centenas de militantes no evento.Pelo menos é isso que conta o jornal dos tucanos

Em entrevista coletiva à imprensa, no final do seu discurso, Crusius disse que não falou do correligionário paulista por esquecimento. “Você sabe que eu, professora, preparava uma aula, perfeita, aí olhava para o olho dos alunos e não falava daquela aula. Yeda foi acusada de corrupção, prática de caixa dois e desvio de verbas relativas à campanha de 2006

Como a direita se enterra


Há uma reflexão que me parece importante para se compreender por que quanto mais o discurso da direita é amplificado pela mídia, mais prejudica o candidato conservador à Presidência da República, José Serra, bem como Marina Silva, sua preposta na disputa, uma candidata de mentirinha elaborada como pretensa forma de retirar votos da única candidata progressista com chance de vitória, Dilma Rousseff.

Essa reflexão me veio ao ler, no blog de Ricardo Noblat, mais um bem construído artigo do presidente do instituto de pesquisas Vox Populi, Marcos Coimbra, que vem acertando na mesma proporção que o presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro, vem errando.

Vale a leitura do artigo do presidente do Vox Populi, que reproduzo na íntegra, abaixo, como forma de introdução da argumentação que construirei em seguida, em prol do entendimento do por que de os esforços propagandísticos imensos que Serra impõe aos grandes meios de comunicação de massa não estarem surtindo efeito.

Detalhe: logo após o texto em questão, também explicarei o que o blog do Noblat tem que ver com o assunto.

Eis, abaixo, o último artigo de Coimbra, publicado hoje no jornal Correio Brasiliense.

Dilma pode ganhar no 1º. turno. Coimbra no Nassif

   Não fosse o PiG, esses tucanos de SP não passavam de Resende

Deu no Blog do Nassif:

Superexposição de Serra anulou horário gratuito

Enviado por luisnassif, dom, 27/06/2010 – 09:36

Por Lampiao
Para onde apontam os números

Marcos Coimbra (da Vox Populi)

Saiu uma nova pesquisa nacional do Ibope, que confirma as que foram feitas recentemente pela Vox Populi e pela Sensus. Os dois institutos já antecipavam o que agora indica o Ibope, talvez por utilizarem amostras mais sensíveis.

Nessa pesquisa, a vantagem de Dilma sobre Serra – ela com 40% das intenções de voto, ele com 35% – é ainda pequena, perto da margem de erro de 2 pontos percentuais, se raciocinarmos com o pior cenário para a candidata do PT (no qual ela teria 38%) e o melhor para o do PSDB (em que ele ficaria com 37%). Como essa conjugação é pouco provável, o mais certo é afirmar que ela assume a dianteira, mas sem se distanciar do adversário. Se fosse só isso, caberia apenas dizer que a pesquisa é boa para Dilma.

Na verdade, porém, ela é melhor do que parece à primeira vista, o que permite dizer que é muito favorável à petista.

Demóstenes Torres defende rompimento de aliança. Bye-bye Serra 2010 !

                                              Bye-bye Serra 2010 !


Saiu no blog ‘Os Amigos do Presidente Lula’.


Demóstenes Torres defende rompimento de aliança com Serra

Considerando-se alijados da campanha de Serra e tratados com desrespeito, lideranças do DEMos já defendem o rompimento da aliança nacional com os tucanos.


Caso a convenção nacional do partido decida por não coligar com Serra, ele perde cerca de um terço de seu tempo na televisão.

O senador Demóstenes Torres (DEMos/GO) afirma que não faz sentido para seu partido estar coligado com o PSDB sem ter a vaga de vice:

- Se eles não querem estar com o DEM, não há motivo para o DEM ficar com eles. Assim sairíamos da aliança formal e não apoiaríamos oficialmente ninguém, como acontece com outros partidos. [referindo-se ao PP]

Demóstenes lembrou que, hoje, em queda nas pesquisas, a candidatura tucana já não seduz:

- Se o vice fosse uma unanimidade nacional, como Dom Paulo Evaristo Arns, até poderíamos aceitar. Mas um nome como o de Alvaro, que é querido por todos nós, mas que com o seu perfil há vários no DEM, não há razão para ficarmos sem a vaga. Não queremos ficar só com o ônus da aliança, ainda mais hoje que a candidatura não é nenhuma Ferrari.

O deputado Ronaldo Caiado (DEMos-GO) foi no mesmo caminho, dizendo que, caso o PSDB insista com Alvaro, o DEMos pode sair da aliança nacional e investir seus esforços e tempo de TV na eleição de uma bancada parlamentar. E concluiu:

- Eles se acostumaram com um DEM que chia e depois se acomoda, dessa vez não vamos deixar isso assim. Ou reagimos ou a sigla acaba como partido, vira subalterna, e não parceira do PSDB. (Com informações do portal IG)

Declarações de Alvaro Dias faz mais estragos

No Twitter de Caiado:

“Estranho essa declaração do @alvarodias_ “não saio eu nem sai o DEM”. Se Dias não influencia o PSDB do Paraná, muito menos o DEM nacional …

… Alvaro Dias e o seu Dia do Fico. Síndrome de D. Pedro I ?”

Mensagem de Rogrigo Maia: “Com todo o respeito, mas Alvaro Dias não fala pelo DEM.”



Clique aqui para conferir o post na íntegra no blog ‘Os Amigos do Presidente Lula’.

Fonte: Conversa Afiada

Mino: Não é preciso combater à sombra. Nem o PiG(*) salva o Serra !

                                              Nem o PiG (*) salva o Serra


O Conversa Afiada reproduz texto de Mino Carta, na Carta Capital.

Não é preciso combater à sombra

Que alívio, o exército persa, perdão, a mídia nativa insiste em atirar fora do alvo

Pergunto aos meus aloprados botões por que o candidato tucano José Serra não sobe nas pesquisas a despeito de todos os esforços despendidos a seu favor pela mídia nativa e pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. No caso de FHC, refiro-me às informações de fonte respeitável, segundo as quais o príncipe dos sociólogos confessa ao pé de ouvidos tucanos o fracasso do seu empenho, maciço e infatigável, em prol do amigo de sempre. Amigo? Quanto à mídia, de que lado fica está na cara. E com que denodo, com que paixão.

Saiu na quarta-feira 23 a pesquisa CNI-Ibope e os números mostram que quem cresce é Dilma Rousseff. Acima do chamado empate técnico. Tivessem braços, os botões os abririam a 180 graus. Até tocar o firmamento. A manifestar todo o seu espanto. Disponho de botões muito sensíveis, bem mais do que eu, de sorte que, diante da minha expressão incolor, abalam-se a me submeter a um teste. O seguinte, que me apresso a repassar aos leitores.

Na rodovia superfaturada do Serra...Medo tira caminhões do trecho sul do Rodoanel à noite

São ao menos 16 km sem sinal de celular em estrada quase deserta e com pouca iluminação. Com medo de assaltos, caminhoneiros têm evitado trafegar pelo trecho sul do Rodoanel à noite.Empresas de gerenciamento de risco, por sua vez, passaram a vetar o uso do trecho sul por transportadoras de carga. Pelo menos três alertaram seus clientes.

Não há como assegurar que nada aconteça em uma estrada cheia de áreas de sombra (onde celular não pega), diz a associação das gerenciadoras de risco.

"Quando a carga é considerada valiosa, como eletroeletrônicos, pneus e cobre, nós estamos proibindo o tráfego à noite pelo trecho sul", diz Cyro Buonavoglia, presidente da Gristec (associação de gerenciadoras).A entidade reúne quase cem companhias.Marcelo Brandão, diretor em uma empresa do setor, a Columbia, diz que orienta seus clientes a usar a av. dos Bandeirantes. A restrição atinge principalmente cargas acima de R$ 100 mil.

A Gab Transportes toma a mesma precaução.No início do mês, o Setcesp (sindicato das transportadoras de carga) pediu mais presença da polícia. Há duas bases policiais nos 61 km.

Os caminhoneiros ainda dizem que dos dois lados da estrada também existem algumas vicinais que poucos conhecem. Após um assalto, podem virar rotas de fugas.

"A sensação é de estrada abandonada. Nenhuma outra do Estado está assim", afirma Cyro Buonavoglia.Na quarta-feira, a Folha foi à rodovia à noite e a encontrou praticamente deserta. Três minutos se passaram sem que que a reportagem avistasse outro veículo.Por enquanto, as estatísticas oficiais não subsidiam a sensação de insegurança.

Houve um roubo de caminhão e três de colheitadeiras desde que o trecho sul foi inaugurado, em 1º de abril, segundo a Secretaria de Estado dos Transportes.A secretaria foi indicada pela Polícia Rodoviária Estadual para falar sobre o tema.

O motorista autônomo Nivaldo Aparecido Quepe, 31, relata ser uma vítima da insegurança. Ele conta que um problema no motor do caminhão o fez parar no acostamento à noite. Dois homens armados saíram do mato e lhe roubaram R$ 400, dois celulares e um Nextel. "Ali, agora, só de dia."Na Folha dos tucanos

DEM diz que vice do Serra é sua, e ninguém tasca

Matéria da repórter Luciana Nunes Leal no Estadão, agora à noite, diz que o presidente do DEM, Rodrigo Maia, está disposto a levar o confronto até a convenção nacional do partido, na quarta-feira. Eles esperam que,  até lá, que Serra recue e  indique um nome do DEM. Caso contrário, o próprio partido fará a indicação.”Vamos esperar que ele indique. Se ele não indicar vamos aprovar o nosso nome na convenção do dia 30″, afirmou Maia. Questionado sobre como se resolveria o impasse, já que o PSDB tem outro candidato – o senador Álvaro Dias (PSDB-PR)-Rodrigo Maia respondeu: “Pergunte ao advogado do PSDB. Na convenção, vamos aprovar apoio ao Serra com candidato a vice do DEM.”

Que coisa, hein? Como era aquela história de que Serra sabia formar equipes, agregar, unir? Ele está numa sinuca de bico. Uma campanha que já se sente derrotada, aliados lhe pondo a faca no pescoço e contando com três preciosos minutos no horário de televisão para obriga-lo a ceder. O Dem quase não tem candidatos a governador, que precisem de um aliado nacional para seus palanques. Com uma votação cada vez mais presa aos esquemas locais de seus deputados, perde muito pouco não apoiando Serra e, talvez, ainda ganhe, pois seus candidatos nas áreas populares não terão de carregar o peso-morto.

Já Serra perde muito. E ele cada vez tem menos para perder.

Fonte: Tijolaço

Não é só a candidatura. O candidato também entra em crise...

O próprio candidato José Serra (PSDB/SP) dá sinais de enfrentar crise, não apenas política, mas pessoal.

Em sua agenda deste sábado, estava programado comparecer à convenção nacional do PPS, no Rio de Janeiro, que oficializou o apoio à candidatura demo-tucana.

O ambiente era o mais amigável possível para Serra. O PPS nacional é um dos mais fiéis escudeiros de Serra. O horário era ao anoitecer, não era de manhã cedo (porque Serra não gosta de acordar cedo). Tudo programado para formar um palanque garantido para Serra aparecer no Jornal Nacional.

Passaram-se duas horas do horário previsto, e nada de Serra chegar.

As lideranças do PPS, e outros partidos aos quais são aliados, estavam lá inquietos esperando por duas longas horas... quando soou o telefone de Roberto Freire... era um telefonema de desculpas de José Serra, dizendo que não iria comparecer.

No sufoco, diante de jornalistas e políticos perplexos, Freire disse que Serra afirmou por telefone “que está firme em suas decisões e não vai se submeter à imposição de quem quer que seja”.

Piada pronta: Serra pode ter 2 candidatos a vice, oficialmente

O presidente do DEMos, deputado Rodrigo Maia (RJ), anunciou que, caso Serra não escolha um nome do DEMos, levará o confronto para a convenção nacional do partido na quarta-feira:

- Vamos esperar que ele indique. Se ele não indicar vamos aprovar o nosso nome na convenção do dia 30.

Questionado sobre o PSDB não estar abrindo mão do senador Álvaro Dias (PSDB-PR), Rodrigo Maia respondeu:

- Pergunte ao advogado do PSDB. Na convenção, vamos aprovar apoio ao Serra com candidato a vice do DEM.

O presidente do DEMos, se recusou a comparecer à convenção nacional do PPS que formalizou o apoio à Serra:

- Estou cheio de coisas para fazer, atrás de voto para mim... - [Rodrigo Maia é candidato à reeleição para deputado federal, já insinuando que não pedirá votos para Serra]. (Com informações da Agência Estado).

Fonte: Amigos do Presidente Lula

Copa 2014: um alerta para São Paulo


Salutar o fato de o veto ao Morumbi como estádio para a Copa do Mundo de 2014 ter ocupado o segundo maior espaço de debate nos últimos dias, ficando atrás apenas da Copa da África, que atrai as atenções no momento. Isso porque se configurou em ótima oportunidade de discussão sobre a necessidade de investimento na infraestrutura no Estado de São Paulo, independentemente de seu poderio econômico.

O debate, no entanto, ficou enviesado. Uma avalanche de artigos nos jornais tentou, de todas as formas, responsabilizar o governo federal pela humilhação que, até agora, está posta ao maior e mais rico Estado do país.
Em um raro momento de franqueza de discurso (sem recorrer a articulistas encomendados ou correligionários menores), o governador paulista, Alberto Goldman (PSDB), disse com todas as letras: “Eles (governo federal) foram irresponsáveis em trazer a Copa do Mundo sem dar condições às cidades de sediá-la”.

Goldman só não disse como é possível que outros Estados e cidades com menos estrutura e poder de investimento que São Paulo não estejam enfrentando o mesmo problema. Pois o grande esforço demo-tucano, neste momento, é o de ocultar, a todo custo, que o fracasso do Morumbi pertence, na verdade, ao ex-governador e agora candidato a Presidência, José Serra (PSDB), bem como ao prefeito Gilberto Kassab (DEM).

sábado, 26 de junho de 2010

PSDB puro-sangue dá nisso: PV já articula apoios do DEMos para Marina

No noticiário da Agência Estado diz que "PV 'recolhe' Marina para replanejar campanha ... Marina Silva ficará afastada de compromissos públicos por 3 dias, reservando sua agenda para atividades internas...".

A notícia diz que é para ajustar o discurso de campanha a temas propositivos. Mas os sinais são outros.

O naufrágio da candidatura Serra, está levando os partidos de oposição a abandonarem a campanha presidencial de Serra e se concentrarem nos estados.

Dilma troca sabatina pela mídia certa

Na sua edição de ontem, Estadão, que já concedeu 22 horas de entrevistas para 32 rádios e emissoras de televisão, levando sua plataforma a todos os lugares do país. Dilma continuará dando o máximo possível de entrevistas até o dia 5 de julho, prazo final, antes do início da campanha eleitoral.

Dilma faz muito bem. É muito melhor usar seu tempo para conversar com o país todo do que gastá-lo em “sabatina” da Folha, onde sabe que não receberá  a brandura destinada a José Serra. Os 290 mil exemplares da Folha se destinam a um público que já conhece Dilma Rousseff. A candidata precisa ser mais conhecida por milhões de brasileiros, que estão satisfeitos com o governo Lula, mas ainda não sabem que é ela a sua candidata.  E que são, segundo a última pesquisa Ibope, 27% dos eleitores brasileiros. Ou seja, um quarto de nossa população.

Dilma já está à frente nas pesquisas, antes mesmo do início da campanha, e com essa iniciativa tem tudo para iniciá-la com vantagem ainda maior. Assim como não se pode reduzir o Brasil às suas metrópoles, também não se pode reduzir a imprensa a meia dúzia de grandes conglomerados de mídia.

Existe um Brasil profundo que, embora os meios de comunicação tenham feito de tudo para faze-lo seguir os padrões culturais “homogêneos” que tentam impor, tem muitos e muitos brasileiros esquecidos. Não tenham dúvidas de que muito do que Lula sentiu e valorizou nos seus oito anos de governo guarda relação com suas origens e com suas frequentes “caravanas” aos lugares onde mora espe “povo invisível” às elites, inclusive da comunicação.

Fonte: Tijolaço

Serra é um "jênio"... quer montar chapa puro-sangue com dois paulistas

José Serra (PSDB/SP) é muito desastrado politicamente. Para quem não sabe, Alvaro Dias é paulista. Nasceu em Quata (SP), aprazível cidade da região de Assis (SP).

Assim, uma chapa José Serra/Alvaro Dias, não é apenas "puro-sangue" tucano. É também puro-sangue paulista, com um DNA 100% paulista.

Veja que "jênio": Serra é paulista e escolhe outro paulista para vice, do mesmo partido.

Nada contra São Paulo, pelo contrário, São Paulo precisa se livrar do neoliberalismo demo-tucano para acompanhar e contribuir com o desenvolvimento do Brasil rumo a se tornar a 5ª economia do mundo, e um país de classe média, sem gente vivendo na pobreza.

Mas é absurdo que os tucanos concentrem tanto poder político apenas em São Paulo, deixando outros estados do Brasil tão sub-representados.

Até mesmo dentro do próprio PSDB, existe há anos insatisfação com a "panelinha" dos tucanos paulistas em detrimento de outros estados. Desde 1989 todos os candidatos a presidente tucanos foram paulistas:
- 1989: Mário Covas
- 1994: FHC
- 1998: FHC
- 2002: José Serra (atropelando o cearense Tasso Jereissati)
- 2006: Geraldo Alckmin
- 2010: José Serra (atropelando o mineiro Aécio Neves)

Com isso, a poderosa FIESP e a FEBRABAN mandou e desmandou no governo FHC. Sempre que havia conflitos de interesses entre São Paulo e outros estados, a corda sempre arrebentava do lado mais fraco: dos outros estados.

Alvaro Dias entregou ICMS de Itaipu para São Paulo, lesando os paranaenses

Por conta do lobby econômico de São Paulo, o então deputado José Serra (PSDB/SP), mexeu seus pauzinhos na constituinte de 1988, para São Paulo ficar com o ICMS do Rio de Janeiro e Espírito Santo sobre o petróleo, e também surrupiou o ICMS sobre energia elétrica de Itaipu, que deveria ir para os cofres públicos do Paraná, mas foram para os cofres paulistas.

Coincidentemente, neste período da constituinte, o governador do Paraná era justamente o paulista de Quatá, Alvaro Dias, que, em vez de defender o ICMS da eletricidade de Itaipu para o Paraná, e aumentar verbas para pagar salários dignos aos professores paranaenses, estava muito ocupado mandando a polícia bater nos professores que recorriam a greve, como último recurso para recuperar seus salários corroídos, naquele período em que a inflação era alta.

Resultado:

O ICMS da eletricidade consumida em São Paulo e produzida no Paraná, é recolhido aos cofres paulistas.

O ICMS de um produto consumido no Paraná, e fabricado em São Paulo (usando energia de Itaipu), também é recolhido aos cofres paulistas.

Graças ao lobby paulista de José Serra na constituinte, pau que bate em Chico, não bate em Francisco. São Paulo sempre ganha e outros estados sempre perdem, numa completa falta de reciprocidade e de tratamento igual.

Fonte: Amigos do Presidente Lula

Serra acha barato: O jingle dos pedágios em São Paulo



Fonte: Tudo em Cima

Dilma se reune com mulheres de empresários



Candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff esteve nesta sexta-feira, 25, em São Paulo para um chá da tarde com cerca de 50 mulheres de empresários. O encontro aconteceu na residência do casal Abilio e Geyze Diniz, proprietários do Grupo Pão do Açúcar, nos Jardins. Segundo uma das socialites que participou da reunião, a petista “estava tão descontraída que parecia que estava na sala da casa dela”.

Por cerca de 3 horas, Dilma falou sobre sua trajetória de vida, incluindo casamentos, filhos e a prisão durante o regime militar. A presidenciável ainda respondeu perguntas sobre sua plataforma de governo.

Uma das participantes do evento, a empresária Ana Maria Moraes, afirmou que muitos assuntos foram tratados na conversa. “Ela foi muito simpática, até mais do que a gente imaginava. Foi muito bom conhecer suas propostas.” Outras convidadas que participaram do chá foram Ana Feffer, Mariangela Bordon, Rosangela Lira, Maria Alice Klein, mulher de Michel Klein – que recentemente vendeu parte da Casas Bahia para o Grupo Pão de Açúcar -, e Maria Antonia Civita, mulher de Roberto Civita, da editora Abril.

Serra, cheguei. E que confusão!

Nas fotos da Folha de hoje, as duas imagens da confusão que se armou


É inacreditável a confusão que se estabeleceu no arraial tucano com a escolha de Alvaro Dias como vice de Serra. Da reação de Ronaldo Caiado, falei mais cedo aqui. Depois, as ofensas de Roberto Jefferson ao DEM, no twitter. Agora, leio que o mesmo meio foi usado por Cesar maia para mandar a mansagem para a rede:”Foi lançado ontem em SP o livro: “Estratégias de Como Perder uma Eleição”. Editora Labirinto”. Na coluna de Ilimar Franco, em O Globo, seu filho, o deputado federal Rodrigo Maia, presidente do DEM, diz que “a eleição nos já perdemos, não podemos perder o caráter”.

Como a gente diz aqui no Rio, isso é que é “chegar mal chegado”.

Para quem está preocupado com as consequências desta confusão sobre o PDT, transcrevo a nota publicada pelo Terra, com declarações do presidente do PDT, Carlos Lupi:

” O PDT tem uma posição definida: ou é apoio a Dilma, ou é apoio a Dilma. (…)Tudo o que contrariar isso não vai ser aceito. E terá consequências”.

Fonte: Tijolaço

Num dá, né Zé?



Imagine se um país presidido por José Arruda Serra e vice presidido por Álvaro Dias pode ser levado a sério? Não tem como. Na impossibilidade de “votar num careca e levar dois”, sonho dourado de Arruda Serra há alguns meses, José Roberto Arruda de vice, Álvaro Dias quebra o galho. É careca disfarçado, usa peruca.A escolha foi por exclusão. Exceto a senadora Kátia Abreu, doida de pedra, mas não rasga nota de cem de jeito nenhum, quando o mordomo avisava que era Arruda Serra batendo à porta, o dono da casa mandava dizer que não estava.

Foi assim com Aécio, com Tasso e um monte de convidados. Quem vai entrar num navio fazendo água? E pior, em entrevista a jornalistas na Europa, onde passeia sua faraônica divindade, o ex-presidente Fernando Henrique manifestou dúvidas sobre a eleição de Arruda Serra e acrescentou “e olhem que estou tentando ajudar”.No duro mesmo é preciso parar com essa avacalhação e levar democracia a sério. No auditório da FOLHA DE SÃO PAULO, onde chegou 42 minutos atrasados, na primeira fila, aguardando Arruda Serra, entre outros, o ex-governador Orestes Quércia.O candidato tucano seria sabatinado. Foi sabatinado.

Aliança de Serra implode: adeus Maria Preá



Não se sabe por que motivo. Até o hoje nunca se descobriu. O fato é que as notícias ruins têm muitos irmãos e eles costumam andar juntos. Raramente são vistos separados. As notícias ruins andam em bando.

A última sexta-feira (25/06) pareceu ser o dia do fim da oposição ao governo Lula. A sanfona da Dilma exprimia José Serra na pesquisa CNI/IBOPE. Serra deixava de ser oficialmente o favorito, embora já não o fosse há bem mais tempo. Pior. Serra passava a se preocupar em não perder no primeiro turno. Seria assim o início de sua campanha, num filme repetido e com desfecho manjado.

Dando razão à máxima que diz que tudo pode ser piorado, eis que o deputado Roberto Jefferson postou no Twitter a confirmação da escolha do senador Álvaro Dias (PSDB/PR) para a vaga de vice na chapa de José Serra.

A reação furiosa do DEM e a ameaça de deixar a aliança confirmam, por sua vez, que a escolha de Álvaro Dias como vice de Serra é uma inovação conceitual: a reunião que separa.

Agora o DEM dá um ultimato para que o PSDB anuncie outro nome, de dentro das tropas democratas, até a quarta-feira (30), data da convenção nacional da sigla em Brasília.

Difícil acreditar que o gesto de Roberto Jefferson foi uma empolgação de tuiteiro. Jefferson sabia no que estava mexendo e postou, para depois apagar, que o DEM era um “partido de merda”.

Na política, coincidências não existem.

O problema pode estar mais embaixo. Seguindo suas coordenadas podemos encontrar a motivação para a indiscrição de Roberto Jefferson.

Ganha corpo a teoria do fogo amigo. Parte importante da base de Serra está convicta da derrota. Mônica Bergamo trouxe à baila a notícia de que FHC jogou a toalha e admitiu a iminência da queda. Serra passou a ser um problema a ser administrado pela base oposicionista. Para muitos, seria preciso que esta eleição marcasse o fim da hegemonia serrista na oposição. Com Serra forte, mesmo na oposição a Dilma, não há espaço para a inovação e renovação da oposição, em um cada dia mais possível governo Dilma.

Em São Paulo, o apoio de parte significativa do DEM à candidatura de Aloizio Mercadante, que conseguiu reunir 11 partidos em sua aliança, mostra que outra parte do DEM pode estar se preparando para o pós-Lula, mas não do jeito que se imaginava. Prefeitos do DEM estão subindo no palanque de Aloizio Mercadante, sem medo de represarias. Esta outra parte do DEM buscaria se aproximar de Lula e Dilma desde já.

Os deputados, em pleno processo eleitoral, não amarrarão o seu destino ao de José Serra, que anda com toda pinta de candidato derrotado. Ainda mais sabendo que os maiores erros partiram do próprio Serra.

O vazamento de Roberto Jefferson e sua agressão pública ao DEM parece ser um gesto de um provocador. Uma ação calculada para causar a ira do DEM e, com ela, uma reação do partido. Ato contínuo, a reação dos outros partidos da aliança.

Pode estar sendo gestada uma operação para fritar Serra e criar as condições para uma debandada geral.

Para piorar, outras pesquisas vêm aí. Se estas confirmarem a dianteira de Dilma , como se diz na minha terra, “adeus Maria Preá”.